segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Jack Johnson - The September Sessions (2002)

Excelente trilha sonora do documentário de surf produzido por Jack Johnson.
A idéia inicial para a produção deste documentário surge quando o campeão mundial de surfe Kelly Slater pede ao músico Jack Johnson para filmá-lo em ação, tendo como coadjuvantes seus companheiros de praia.
O cenário para tal espetáculo é a costa das Ilhas de Sumatra, onde a tropa trabalha duro para poder propiciar ao espectador uma das mais excitantes expedições do gênero.
Mas o filme não se destaca apenas por suas ondas fantástica. A trilha sonora é excelente.
Uma mistura de surf music e acid jazz, muito bem arranjada... levemente introspectiva... clima tranquilo... para curtir em diversos momentos.

Gripe suína ultrapassa gripe comum em número de novos casos no mundo

O vírus H1N1, causador da gripe suína, que causou cerca de 2.200 mortes em 177 países, tornou-se o vírus da gripe dominante no mundo, superando o da gripe sazonal (comum), anunciou nesta sexta-feira a OMS (Organização Mundial de Saúde).
Especialistas preparam Europa para disseminação da gripe suína
Gripe suína atinge mais de 200 mil; metade está nas Américas
Dois terços dos americanos querem tomar vacina contra gripe suína
Nos diferentes lugares nos quais se propagou ficou "comprovado que o vírus pandêmico H1N1 se instalou rapidamente e se converteu na cepa de gripe dominante em grande parte do mundo", explicou a OMS em um comunicado.
Até agora, a organização considerava "provável" um domínio do H1N1 a partir do próximo inverno no hemisfério Norte. Segundo os dados publicados pela OMS nesta sexta-feira, a primeira pandemia do século 21 causou a morte de "pelo menos 2.185 pessoas" e 209.438 enfermos em mais de 177 países.
A OMS destaca a capacidade de propagação do vírus que terá uma segunda onda atingindo o hemisfério Norte, com a chegada de uma estação mais fria. Entre as boas notícias, nota que as redes de laboratórios que acompanham o vírus não constataram mutação para uma "forma mais virulenta ou mortal".
Além disso, assinala que "uma enorme maioria dos doentes vêm sendo contaminada por uma forma mais benigna da doença". A OMS previne que em relação à rapidez de propagação, um "grande número de pessoas em todos os países são suscetíveis de contrair" esta gripe, o que poderá ter consequências mais significativas que as observadas durante a primeira onda da doença, na primavera (Hemisfério Norte).
Um dos problemas antecipados pela organização é uma sobrecarga nos serviços de saúde, devido a casos graves. Entre estes últimos, uma proporção importante diz respeito a jovens e a pessoas com boa saúde, o que difere da gripe sazonal. A OMS destacou que em algumas cidades do Hemisfério Sul, 15% das pessoas hospitalizadas tiveram necessidade de receber cuidados intensivos.
Salvar a vida das pessoas gravemente atingidas "dependerá da grande qualidade dos serviços de cuidados intensivos" que serão confrontados a permanências mais longas e caras, explica a organização, lembrando que as pessoas que apresentam mais risco são aquelas com baixa imunidade. As mulheres grávidas estão no topo da lista, o mesmo acontecendo com os que apresentem riscos cardiovasculares, asma, diabete ou que sejam obesas.
Atualmente, a pandemia parece diminuir na maioria dos países do hemisfério Sul (Chile, Argentina, Nova Zelândia e Austrália), o que não é o caso em nações situadas em regiões tropicais (Ásia e América Central), onde a propagação permanece em "nível elevado". No hemisfério Norte, a propagação da gripe H1N1 "permanece globalmente fraca" com exceção do Japão.

Em Copenhague, 37% da população andam de bicicleta

A capital dinamarquesa é a cidade mais popular da Europa entre os ciclistas. São 350 km de ciclovias em uma cidade limpa e sem ladeiras, o que faz com que 37% das pessoas em Copenhague vão de bicicleta para o trabalho, escola ou universidade. E eles têm preferência nos cruzamentos e nos semáforos.
A cidade vai ser sede da conferência da ONU sobre as mudanças climáticas, em dezembro, e quer provar para o mundo o quanto ela já é verde, além de dizer como pretende cumprir as ambiciosas metas para o futuro. Até 2015, as autoridades de Copenhague esperam que metade da população se locomova de bicicleta.
Cerca de 37% das pessoas em Copenhague usam a bicicleta como meio de transporte
Para conseguir isso, já há uma ponte que é fechada para carros e planos para ampliar as ciclovias existentes. Também está sendo estudada a criação de um pedágio urbano para desencorajar os motoristas de carros.
A campanha conta com o apoio do príncipe da Dinamarca, que também anda de bicicleta.
"É bom para o clima, mas também para manter a forma e evitar a obesidade, um outro grave problema dos dias de hoje", diz o príncipe Frederik.
Uma pesquisa do departamento de transportes de Copenhague indica que quanto mais pessoas andam de bicicleta, mais segura é a viagem para cada uma delas. O número de ciclistas mortos na cidade caiu pela metade na última década e a maioria dos motoristas não reclama, porque eles também têm bicicletas.
Agora, com a conferência do clima acontecendo na cidade, Copenhague espera servir de inspiração para outras capitais europeias.

Amigas bêbadas!

Duas amigas casadas, totalmente bêbadas, depois de voltarem de uma reunião com as amigas, sentiram uma vontade irresistível de fazer xixi.
Pararam o carro próximo a um cemitério.
Apavoradas e bêbadas, sem outra alternativa, decidiram descer e aliviar ali mesmo, dentro do cemitério.
A primeira foi, aliviou e então lembrou que não tinha nada para se secar. Pegou a calcinha, secou-se e a jogou fora.
A segunda, que também não tinha nada para secar-se, pensou: -"Eu não vou jogar fora esta calcinha de renda caríssima e linda". Então pegou a fita de uma coroa de flores que estava em cima de um túmulo e colocou para não molhar a calcinha.
No dia seguinte, um dos maridos ligou para o outro e disse:
-"A minha mulher chegou ontem bêbada e sem calcinha. Terminei o casamento".
O outro:
-"Você tem é sorte! A minha chegou com uma fita colada no cú com a inscrição: "Jamais te esqueceremos: Vagner, Moisés, Elias e toda a turma da faculdade."
- Tô dando porrada até agora!!!

domingo, 30 de agosto de 2009

Casal japonês ganha Mundial de Tango em Buenos Aires

Os japoneses Hiroshi Yamao e Kyoko Yamao viajaram até a Argentina em busca de diversão, mas voltaram como campeões da categoria "Tango de Salão" do VII Mundial de Tango. Nas edições anteriores, a disputa era dominada por argentinos. O casal conquistou um exigente júri de sete especialistas, na categoria que mais se assemelha ao baile popular que pode ser visto em festas tradicionais. Segundo o regulamento, o casal não pode se separar durante a música e deve se mover constantemente no sentido anti-horário. "Viemos aqui para dançar e desfrutar, sem pensar em ganhar ou chegar a algo maior", disse Hiroshi Yamao, de 36 anos, após o final da competição no estádio Luna Park, em Buenos Aires. "Queremos agradecer o imenso apoio recebido de todos aqui.
Os vencedores levaram um prêmio de 15 mil pesos (US$ 3.800). Em segundo ficaram os colombianos Edwion León Medellín e Jennifer Arango Agudelo. Apenas em terceiro ficaram os argentinos Jorge Mariño e Sara Parnigoni. Amanhã haverá a final da categoria "Tango Cenário", menos tradicional, que combina movimentos clássicos do tango com outras danças, entre eles o balé. O tango surgiu na região do rio da Prata, no fim do século 19, nos subúrbios de Buenos Aires e Montevidéu. Hoje em dia, atrai público em várias partes do mundo, em países da Europa, nos Estados Unidos e no Japão.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Brasil deve ter grau de investimento da Moody's em setembro, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou esperar que a agência de classificação de risco Moody's eleve o Brasil ao grau de investimento no mês de setembro.
Os países classificados como grau de investimento pelas agências internacionais de avaliação de risco são aqueles considerados mais seguros para investimentos. Essa nota de crédito separa os países com menor risco de inadimplência daqueles que apresentam maior possibilidade de dar o calote da sua dívida.
"A Moody's está revendo as contas do governo e dá sinais de que vai dar um upgrade, portanto, vai nos promover a grau de investimento. Provavelmente em setembro", afirmou.
O ministro lembrou que a Moody´s é a única das três maiores agências de avaliação de risco que ainda não considera o Brasil como um país com essa condição. A primeira agência a dar essa classificação ao Brasil foi a Standard & Poor's, em abril de 2008. Em maio, foi a vez de a agência Fitch elevar a nota do país.
Para Mantega, o fato de essa mudança ocorrer após o período mais agudo da crise financeira internacional mostra que o país "passou na prova".
"É bom que isso aconteça logo depois dessa crise internacional, porque ela teve a possibilidade de ver o Brasil sendo posto à prova. Passou na prova, portanto, vai receber uma nota maior."
A avaliação do risco de crédito de um país ou de uma grande companhia é feita por empresas especializadas, as agências de classificação de risco, que emitem notas, expressas na forma de letras e sinais aritméticos, que apontam para o maior ou menor risco de ocorrência de um "default", isto é, de suspensão de pagamento da dívida.
Hoje, o Brasil deixou de ser um devedor para se tornar um credor externo. A dívida externa total do país é de US$ 196 bilhões. Descontados os ativos do país no exterior, entre eles as reservas internacionais, o país é credor em US$ 36,4 bilhões, segundo dados do Banco Central para o mês de julho.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Tom Jobim - Em Minas ao Vivo - Piano e Voz (1981)



Foi durante as águas de março de 1981 que o público presente no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, assistiu pela primeira vez, em 20 anos, a um recital de Antonio Carlos Jobim na capital mineira. Ainda tocado pela perda do poetinha Vinicius de Moraes, que morrera há menos de um ano, Tom recriou de maneira particularmente emocionada algo essencial de seu cancioneiro e homenageou seus principais parceiros de vida e música.

Só com o piano, Tom cantou, tocou e conversou, soberano das artes seja em que palácio for, como se estivesse na sala de visitas de sua própria casa – ou na sala de qualquer um de nós. São 18 músicas, duas com Newton Mendonça, duas com Dolores Duran, duas com Aloysio de Oliveira, uma com Chico Buarque, sete com Vinicius, quatro só de Tom. Era o segundo e último dia de apresentação do maestro em Belo Horizonte, a convite de uma fundação local. O jornal Estado de Minas de 15 de março de 1981 publicava uma discreta foto de Jobim com a flauta e anunciava o concerto às 21h, “com os ingressos custando 600 cruzeiros”.

De saída, Tom demonstrou que a noite seria mesmo confessional: “Não sou muito de fazer show. Quem me levou pra este negócio foi o Vinicius, o Toquinho, A Miúcha”. E prosseguiu: “É fácil fazer show escorado em músicos, parceiros, orquestra grande. (Desta vez) preferimos fazer uma coisa mais íntima porque a gente não pode ser aquele menino tímido pra sempre, né?”, gracejou o maestro, no plural, como se falasse também pelo piano, antes de dedicar o show aos parceiros, “que muito me ajudaram”.

O primeiro parceiro citado foi Newton Mendonça, em Desafinado e Samba de uma Nota Só, dois dos maiores standards internacionais da obra de Jobim. Sobre a primeira, contou o maestro que a princípio “ninguém quis gravar, os editores não queriam editar e nem João Gilberto quis nada com ela”. E emendou com uma ouverture só conhecida pelos iniciados: “Quando eu vou cantar / você não deixa / e sempre vem a mesma queixa / diz que eu desafino / que não sei cantar / você tão bonita / mas tua beleza também pode se enganar / se você disser que eu desafino amor...” Segundo o escritor Ruy Castro, no livro Chega de Saudade, a introdução teria sido composta sem Newton, com letra de Ronaldo Bôscoli.

Em seguida, Jobim falou de “uma moça chamada Dolores Duran. Eu tava fazendo uma música com Vinicius. Fomos à rádio nacional e lá estava a Dolores. Toquei a música, ela tirou o lápis de sobrancelha da bolsinha, em cinco minutos escreveu a letra e botou assim: Vinicius, dois pontos. Outra letra é covardia”. Tom tocou Por Causa de Você, a obra prima tirada da caixa de maquiagem de Dolores Duran, e engatou outra parceria com Dolores, Estrada do Sol, a única de todo o concerto executada em versão instrumental.

O início da parceria com Vinicius de Moraes já foi esmiuçado por diversos pesquisadores. Mas nada como ouvir contada por Tom. “Ele era diplomata e veio de Paris com a idéia de fazer uma peça de teatro chamada Orfeu da Conceição. Chegou no Rio e procurou um músico para compor com ele as músicas da peça”, disse, como quem confidencia ao ouvido de cada espectador. Confirmou que o primeiro a ser procurado por Vinicius foi o veterano Vadico que, adoentado, recusou a oferta. Até que se deu o mitológico encontro no Bar Vilarino, no centro do Rio, numa noite de 1956.

“Lucio Rangel me apresentou ao Vinicius, que me levou ao grande mundo carioca, em casas com pianos de cauda e senhoras bem lavadas. Eu andava com uma pastinha cheia de arranjos, competindo com o aluguel. Perguntei: Escuta tem um dinheirinho nisso? Lucio ficou escandalizado: ô Tom Jobim, esse aí é o poeta Vinicius de Moraes. Eu digo, ah bom” recorda, sob a cumplicidade de risos radiantes. Tom mencionou “alguns sambas meio bobos jogados na lata do lixo, até que apareceu um samba bom”, e iniciou uma seqüência de tirar o fôlego: Se Todos Fossem Iguais a Você, Água de Beber, Eu não Existo sem Você, Modinha, Chega de Saudade.

Dindi e Eu Preciso de Você representam a parceria com Aloysio de Oliveira, que alguns anos antes produzira o disco Tom e Elis. Depois de Aloysio, Tom falou de um certo “parceiro meu de olhos azuis, que dizem que são verdes, depende da luz do dia. O rapaz é um gênio, é craque mesmo, tipo Pelé, Garrincha”, situa, antes de proporcionar ao público uma apresentação magistral de Retrato em Branco e Preto. No piano, o contraponto dos graves, com as teclas agudas solando a melodia, deram a medida dos dias tristes e noites claras propostas pela letra de Chico Buarque de Hollanda.

Conhecedor das pedras do caminho, Jobim anunciou, por fim: “um rapaz aqui um tanto dispersivo. Meu parceiro também, um tal de Tom Jobim”. A introdução de Corcovado fez Belo Horizonte vislumbrar o Redentor de alguma janela do Palácio das Artes. Os olhos de Lígia abrangem versos pouco conhecidos: “Você se aproxima de mim / com esses modos estranhos / eu digo que sim / mas seus olhos castanhos / me metem mais medo que um dia de sol”, antecipando o samba-choro Falando de Amor. No final, a enxurrada melódica e poética de Águas de Março e o bis de Garota de Ipanema. Antonio Carlos Jobim em Minas nos transforma em testemunhas auditivas e sensoriais de uma das mais felizes noites da história da música brasileira.

Tom Jobim - Em Minas ao Vivo - Piano e Voz (1981)

Utilidade Pública - Como gelar a cerveja rapidamente!!

Quem já não passou por isso: churrasco ou festinha em casa e aí a galera chega com latas e mais latas de cerveja... e estupidamente quentes.
Então surge uma pergunta que não quer calar!!!
Como gelar tudo isso de cerveja rapidamente?!?!?
A equipe Back Co. se reuniu com grandes físicos e químicos de diversas instituições de renome ao redor do mundo e conseguiu responder essa questão.
Anote ai os ingredientes:
1- Gelo no isopor;
2- Para cada saco de gelo, coloque 2 litros de água;
3- 1/2 kg de sal;
4- 1/2 garrafa de álcool.
É sucesso total.
Agora vamos para a explicação fisicoquímica disso tudo.
A água aumenta a superfície de contato, o sal reduz a temperatura de fusão do gelo (ele demora mais para derreter) e por uma reação química o álcool retira calor.
Os físico-químicos denominam o líquido de "mistura frigorífica": GELO, ÁLCOOL, SAL E ÁGUA.
A mistura frigorífica é barata e a cerveja fica no ponto de bala em 3 minutos. E esperar três minutos não é nenhum sacrifício, né?
Lembre-se de lavar a latinha ao retirá-la do isopor de forma a eliminar o gosto meio salgado que fica na tampa da lata.
Para mulheres, crianças e frescos, vale lembrar que a técnica funciona também para garrafas pet de refrigerantes e latinhas em geral.
Então, boa festa (que necessariamente tem que ter uma cervejinha estupidamente gelada!).

John Lennon - Lennon Legend (1997)


"Lennon Legend" foi lançado no outono de 1997 na Inglaterra em substituição ao cancelado John Lennon Collection, mantendo dezesseis músicas iguais ao anterior e substituindo outras quatro. Foram retiradas as relativamente não essenciais "I´m Losing You", "Dear Yoko" e "Move Over Ms L". Em seu lugar entraram "Borrowed Time", "Mother", "Nobody Told Me" e "Working Class Heroe".
Apesar das músicas não estarem na mesma ordem no disco, ainda assim o resultado final é o mesmo do imaginado em John Lennon Collection. Todas as canções são bem escritas e bem gravadas, e ainda hoje muitas pessoas pensam em Lennon como um ícone na história da musica. Nesse álbum é possível perceber que seu trabalho solo amadureceu, principalmente em relação à sua época de Beatles. Como Lennon mesmo costumava dizer, o grupo compunha as suas músicas como um diário que definia quem eles eram em cada época. John não fez carreira solo simplesmente porque se sentiu obrigado a isso - na verdade em determinado ponto até deixou a carreira de lado para se dedicar ao filho por um tempo. Aqui estão reunidos trabalhos que mostram um pouco de sua personalidade e no que pensava em relação à política e a vida de um modo geral, como "Power To The People", "Imagine", "Woman" e "Give Peace A Chance".
Excelente compilação dos maiores sucessos da carreira solo de um dos gigantes da história da música moderna.

Não disponibilizaremos um link externo para baixar o arquivo devido a uma reivindicação do DMCA (Digital Millennium Copyright Act) ao Blospot. No entanto, uma pesquisa em sites de busca poderá te indicar outros sites para você conhecer o Hot Chip.

sábado, 22 de agosto de 2009

Tarso diz que torturadores da ditadura precisam ser levados aos tribunais

Julgar os torturadores que agiram durante o regime militar não é revanchismo, mas um ato de justiça e respeito aos direitos humanos, disse hoje (22) o ministro da Justiça, Tarso Genro, durante a comemoração dos 30 anos da Lei de Anistia no Brasil.
"Tortura é crime imprescritível e inanistiável. Julgar esses casos representa a continuidade do processo de democratização do país", disse o ministro em evento realizado no Arquivo Nacional, no Centro do Rio.
Segundo o ministro, levar os torturadores aos tribunais é fundamental para que, aos poucos, os direitos fundamentais e a dignidade humana sejam internalizados pelas instituições e pela sociedade brasileira. "Para que nunca mais haja tortura no país, seja contra presos políticos, seja contra presos comuns que ainda são torturados no Brasil".
Para Tarso Genro, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve considerar procedente a ação [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental - ADPF 153] que foi apresentada pelo Ministério Público para responsabilizar civil e penalmente as pessoas que cometeram tortura durante a ditadura.
"Aqueles que alegam que o governo exige o julgamento dos responsáveis por crimes de tortura na época da ditadura no Brasil para desmoralizar o Exército são os mesmos que estiveram a serviço da tortura nesse período", declarou o ministro sob aplausos de pé de centenas de pessoas que participaram do evento.
A ação contesta a validade do primeiro artigo da Lei da Anistia (6.683/79), que considera como conexos e igualmente perdoados os crimes "de qualquer natureza" relacionados aos crimes comuns praticados por motivação política no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979.
Para o advogado Modesto da Silveira, um dos homenageados por Tarso Genro no evento, crimes de tortura não se enquandram no artigo primeiro da Lei de Anistia. "Tortura não é crime político. Estupro não é crime político nem crime conexo. O que há é uma má interpretação da lei", acredita.

Boulevard M800 - Grande Parceira!

Esta é a Jolie.
Grande parceira.
A melhor terapia para o corpo e a alma... pra que antidepressivo?! Ou aceleradores da mente!?
O melhor é a adrenalina e endorfina puras!! Endógenas!!
Grandes momentos já aconteceram e muitos outros virão.
On the road again!!!
Born to be wild!!!

O pincel do Poeta

A aquarela acima foi feita por Vinicius de Moraes, em homenagem a Nelita Rocha, a quinta das suas nove mulheres. É o único quadro conhecido do poeta. Foi pintado em 1965, a pedido de um grupo de estudantes que queria leiloar algum desenho de Vinicius para angariar fundos para a formatura. Como o resultado ficou bom, Nelita não quis desfazer-se dele – e os estudantes ficaram a ver navios. A aquarela será publicada pela primeira vez na coletânea de crônicas Para uma Menina com uma Flor (Record), que chega às livrarias nesta semana.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Beber é que nem Ioga!

Dinossauros da música eletrônica ressurgem em 2009

Todo mundo conhece os dinossauros do rock: Pink Floyd, Rolling Stones e Led Zeppelin. Verdadeiras instituições, esses "monstros sagrados" do passado ano após ano enchem estádios, atraindo fãs de várias gerações.
A música eletrônica também já tem algumas décadas de história para contar. E agora dá pra dizer com segurança que já tem seus próprios dinossauros. 2009 tem sido um ano cheio deles. Faz sentido: o gênero eletrônico desencanou da obrigação de ser futurista e inovador; a acid house completou 21 aninhos.
Separamos nove "jurássicos" importantes da música eletrônica que estão a todo vapor em 2009.

ALTERN 8
No auge do techno hardcore, o Altern 8 dominava o cenário das mega-raves inglesas ao lado do Prodigy. Eles chegaram a vir para o Brasil em 92 para a L&M Rave, em São Paulo, o primeiro evento do tipo no país. Vários clássicos desse tempo, como Evapor-8 e Frequency, são deles. Depois que a poeira baixou, a dupla se separou. Chris Peat foi trabalhar com computadores. Mark Archer foi produzir com outros nomes. Nesta década, Archer ressuscitou o Altern 8 e agora viaja pelo mundo fazendo sets de DJ recheados de clássicos eletrônicos.

ARMAND VAN HELDEN
Funk Phenomena, Witch Doktor, You Don't Know Me, Koochy... Esse nova-iorquino colecionou uma porção de hits tanto de pista como de rádio nos anos 90. Metidão a bad boy, Van Helden parecia às vezes mais um astro do hip hop do que um DJ de house. Ele acaba de lançar seu primeiro single em muitos anos, uma parceria com o rapper inglês Dizzie Rascal.

BASEMENT JAXX
A dupla inglesa Basement Jaxx foi bem atrevida quando tocou no Skol Beats em 2004, abrindo seu show com sambão e passista de avenida. Era a introdução para seu hit Samba Magic. O BJ já experimentou de tudo nessa vida e geralmente se deu bem: reggae, hip hop, pop, disco, funk, techno, house. Eles estão de volta com um disco novo, Scars, que promete colaborações de Grace Jones, Santogold, Yo! Majesty e, erm, Yoko Ono.

GOLDIE
Nos anos 90, o drum'n'bass era um dos gêneros eletrônicos mais populares em existência. E Goldie era o seu rei. Ex-grafiteiro, ex-vendedor de jaquetas douradas para dentes, Goldie se consagrou com o álbum Timeless. Ele sumiu do mapa nessa década. Ano passado, ele ressurgiu num reality show inglês onde os participantes tinham que montar uma orquestra. Ele se saiu muito bem. Por conta disso, foi feito outro programa, chamado Classic Goldie, que mostra ele aprendendo a compor Timeless para uma grande orquestra e um coro.

KRAFTWERK
Bem, se o pessoal dessa página é dinossauro, o Kraftwerk são os caras do Big Bang. Esses alemães são reconhecidos como os primeiros a fazer música pop 100% eletrônica (em vez de usar o teclado dentro da banda). Em músicas como Trans Europe Express, Numbers e Autobahn ouve-se as sementes de muita coisa que veio depois como trance, house, techno e electro. Em 2009, o Kraftwerk veio para o Brasil pela terceira vez, abrindo para o Radiohead.

PORTISHEAD
Os arautos do sombrio e soturno trip hop, que nos anos 90 mandaram o definitivo Dummy, tinham se encolhido à toca por quase toda esta década. Aí reapareceram com um excelente disco, Third, incorporando várias influências atuais e caindo de novo na boca dos fãs do lado escuro da lua.

PRODIGY
Este ano, o Prodigy voltou com o álbum Invaders Must Die. E voltou mais parecido com o Prodigy das antigas. Seu álbum de 2004, Always Outnumbered Never Outgunned, foi praticamente uma empreitada solo do cabeça Liam Howlett. Agora, outros membros, como o vocalista Keith Flint e o MC Maxim Reality, retornaram à formação. O novo material tem sido elogiado e aposta firme na barulheira rítmica. Tanto é que o single Omen acaba de vencer uma categoria na premiação da revista Kerrang!... de heavy metal.

TECHNOTRONIC
Quem não conhece Pump Up the Jam deve se beliscar para ver se está vivo. A música é de 89 e, junto com Get Up! e Move This, botou esse belgas nas cabeças do pop dançante na virada dos 90. Eles chegaram até a ser banda de abertura de uma turnê da Madonna na época. Este ano, dois membros originais, os vocalistas Ya Kid K e MC Eric, retomaram a carreira, aproveitando os 20 anos de sua fundação. Estão no Twitter e tem datas por todo o mundo, incluindo Vladivostok (!), Barcelona, Sydney e até uma passagem-relâmpago pelo Brasil, para um único show na Pacha de Florianópolis.

Alfred Hitchcock completaria 110 anos hoje

Você pode ir ao cinema rir, chorar ou até mesmo para se assustar. Neste último caso, não há como negar: o mestre atende pelo nome de Alfred Hitchcock. Se hoje os filmes recheados de mistério e enigmas fazem sucesso nas bilheterias, tenha certeza que a influência do cineasta neste fato é indiscutível.
Em 13 de agosto 1899, há exatos 110 anos, nascia um dos maiores ícones que o cinema já conheceu. Sir Alfred Joseph Hitchcock, ou simplesmente o "Mestre do Suspense", como o próprio se autodenominava. O apelido não era só um slogan para atrair atenção, mas também fez jus ao estilo de cinema criado por esse genial diretor, de personalidade forte, domínio de técnicas e, claro, muita criatividade.
Muitos podem indagar ao ouvir seu nome, Hitchcock não ficou marcado na história pela pessoa que era, e sim por clássicos que deixou entre os seus quase 70 filmes produzidos ao longo da carreira.
Mesmo para quem não é fã das escuras salas de cinema, com certeza já viu esta cena memorável: uma mulher tomando banho, uma mão segurando a faca, suspense, a mão misteriosa abre as cortinas do chuveiro, a mulher grita, o sangue escorre pelo ralo. Tudo isso ao som de um dos temas que mais marcaram na história do cinema.
A cena, interpretada por Janet Leigh, é o marco de "Psicose", filme de 1960, que consagrou seu idealizador como um mestre do gênero. Até hoje essa sequência é lembrada e recriada, em forma de paródia ou como uma singela homenagem, pelo cinema contemporâneo. O estilo "claustrofóbico" criado por Hitchcock mantém sua influência e, sem muito procurar, é possível descobrir uma série de vestígios da sua arte no que temos de mais atual na produção cinematográfica.
A imagem do homem encorpado, sempre bem vestido e que, por vezes trazia um corvo posado em seu ombro, virou lenda ao longo dos anos. Era o retrato de um gênio que adorava tirar o fôlego de seu público.
Sem os litros de sangue que os filmes de horror normalmente apresentam em sua composição, o "Mestre do Suspense" trazia uma trama que prendia o espectador dentro de um clima incômodo e tenso, com os cenários sombrios e a música forte, que só mesmo o cineasta conseguia reproduzir. O segredo era deixar o público avisado de todos os perigos que o personagem iria passar. Aos poucos, a platéia acompanhava, ansiosamente, o desdobramento da história.
Os roteiros assinados por Hitchcock, aliás, eram por si só nada convencionais. Uma pacata cidade atacada por pássaros violentos em "Os Pássaros", de 1963; uma secretária se esconde em um hotel onde ocorre uma série de mistérios em "Psicose", de 1960; um policial que sofre de acrofobia é encarregado de vigiar uma jovem com tendências suicidas em "Um Corpo que Cai", de 1958; fatos estranhos acontecem em frente da janela de um fotógrafo engessado em "Janela Indiscreta", de 1954; marido planeja a morte de sua mulher para herdar fortuna e vingar-se de uma antiga traição em "Disque M para Matar", de 1954.
Isso só para citar alguns exemplos do vasto universo do cineasta. Outra característica bem "hitckcockiana" em suas produções foram as famosas "pontinhas" do diretor em suas obras, o que, mais tarde, se tornou um verdadeiro passatempo para seus fãs, que analisavam meticulosamente cada cena de seus filmes, a procura das participações do ídolo.
Vitimado por insuficiência renal, Hitchcock faleceu em 29 de Abril de 1980. Os frutos deixados por seu trabalho permanecem ativos nas mãos de grandes diretores contemporâneos, que não se cansam de homenagear o mestre.
A linguagem inconfundível de Hitchcock, hoje, pode ser vista presentes em produções de diretores como George Romero, Quentin Tarantino e M. Night Shyamalan. Cineastas que normalmente abordam histórias com muito mistério em sua fórmula.
Shyamalan, por exemplo, faz uso constante da técnica de prender o espectador dentro de um suspense, que aos poucos vai se revelando, enquanto a trama se desenvolve, como fez em "O Sexto Sentido".
Uma forma mais refinada de fazer cinema também pode ser encontrada, ainda que de forma menos direta, nos trabalhos de Francis Ford Coppola, Mel Brooks e Brian De Palma, só para citar alguns entre tantos outros profissionais.
Para se ter idéia de sua importância, é possível encontrar vestígios de Hitchcock até em histórias em quadrinhos. A Turma da Mônica, aqui do Brasil, também foi "vítima" da influência do "Mestre do Suspense". O personagem Bidu, um simpático cachorro da publicação, chegou a interpretar alguns personagens famosos dos filmes de Hitchcock em tirinhas de Mauricio de Souza.

Confira abaixo mais curiosidades:
O primeiro emprego
Sua paixão pelo cinema começou cedo, aos 21 anos. Nascido em Leytonstone, Londres, Hitchcock teve seus primeiros contatos com o universo da sétima arte quando fazia os cartazes das falas em filmes mudos daquela época. Isso ocorreu no seu primeiro emprego na área, já na Paramount Pictures, grande estúdio de Hollywood.
O primeiro filme
Em 1925, após os donos dos estúdios perceberem que da cabeça do aspirante poderia sair coisa boa, conseguiu produzir seu primeiro filme, "The Plesure Garden". Mas foi no ano seguinte que obteve merecido destaque com "The Lodger". Neste longa, baseado nas histórias de morte do famoso Jack, O Estripador, o cineasta deu início ao que de melhor sabia fazer nas telas: suspense, gênero que o consagrou.
Oscar
Já nos Estados Unidos, produziu "Rebecca - A Mulher inesquecível", que de cara recebeu o Oscar de melhor filme naquele ano. Apesar de tanto reconhecimento, é curioso que Hitchcock jamais tenha recebido a estátueta por melhor diretor ou produtor, categoria na qual foi indicado por seis vezes. Apenas foi agraciado, em 1968, com um prêmio honorário da Academia pelo seu conjunto de obra.

Teste de Honestidade - CQC

FHC será personagem central de documentário sobre maconha

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso será o personagem central, e fio condutor, de um documentário sobre a descriminalização da maconha, informa a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.
Segundo a coluna, as filmagens com ele começam na sexta-feira (21 de agosto).
O diretor do filme, Fernando Grostein Andrade, combinou com o ex-presidente de segui-lo por todos os debates, eventos e até conversas informais de que participar sobre o tema.
No começo do ano, o brasileiro e outros ex-presidentes da América Latina criaram uma comissão internacional para discutir o tema.
"Nosso objetivo é abrir o debate para acabar com o tabu. Essa história de guerra contra as drogas não resolve. É preciso ter outras ações que levem à redução da demanda. A posição do governo brasileiro, que eu saiba, não é contrária", disse o ex-presidente.

Como nasce um homem romântico!

Estudo aponta aumento de "bebedeira" entre adultos mais velhos

O consumo desenfreado de bebidas em festas e eventos sociais é habitualmente visto como um problema dos campi universitários, mas muitos adultos mais velhos podem estar abusando do álcool também, segundo estudo publicado na segunda-feira (17) nos EUA.
Com base numa pesquisa do governo junto a quase 11 mil norte-americanos com pelo menos 50 anos, os pesquisadores disseram que 23% dos homens e 9% das mulheres entre 50 e 64 anos admitem ter enchido a cara no mês anterior.
Entre os adultos com 65 anos ou mais, mais de 14% dos homens e 3% das mulheres admitiram ter tido esse comportamento - definido como tomar cinco ou mais doses de álcool em uma única ocasião.
O abuso esporádico do álcool costuma ser visto como um problema juvenil. Um recente estudo do governo dos EUA apontou que, entre universitários de 18 a 24 anos, 25% admitiram uma bebedeira recente.
Mas as novas descobertas, publicadas na revista "American Journal of Psychiatry", mostram que adultos mais velhos também são suscetíveis, segundo a Reuters Health.
"Sentimos que nossas descobertas são importantes para a saúde pública das pessoas de meia idade e idosas, já que apontam para um problema potencialmente inadvertido, que frequentemente escapa à avaliação típica dos problemas de alcoolismo nas práticas psiquiátricas", disse em nota o pesquisador Dan Blazer, do Centro Médico da Universidade Duke, na Carolina do Norte.
Blazer e seu colega Li-Tzy Wu basearam suas conclusões numa pesquisa nacional feita em 2005 e 2006.
Junto com a "bebedeira", a pesquisa avaliou também o chamado consumo alcoólico de risco, ou seja, os hábitos relativos à bebida que podem ter um efeito nocivos sobre a saúde.
No estudo, esse comportamento foi definido como sendo o consumo de pelo menos duas doses por dia.
Entre as pessoas de 50 a 64 anos, 19% dos homens e 13% das mulheres eram bebedores de risco. Para as pessoas mais velhas, eram 13 e 8%, respectivamente.
A alcoolização eventual acarreta inúmeros riscos, como acidentes, comportamento violento, danos neurológicos e hipertensão. Para Blazer e Wu, isso "claramente apresenta" maiores consequências com o avanço da idade, quando se desenvolvem problemas crônicos de saúde que podem ser agravados pela bebida.
Mas os pesquisadores notaram que a maioria das pessoas que se embebeda eventualmente não é dependente do álcool, o que pode fazer com que seu problema passe despercebido.
A mensagem para os médicos, segundo Blazer, é que eles precisam fazer aos seus pacientes mais velhos perguntas específicas sobre o consumo esporádico do álcool em grandes quantidades.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O romantismo masculino!

Contra celulite, estresse e impotência, sorveteria espanhola lança 'sorveterapia'

A maior marca de sorvetes artesanais da Espanha lançou neste verão uma linha medicinal que promete tratar de celulite e estresse até impotência.
A "sorveterapia", como descreveu Félix Llinares, chef e proprietário da sorveteria Llinares, utiliza ervas e plantas medicinais misturadas a uma base de leite vegetal.
A ideia, segundo ele, foi unir a moda da vida saudável com a fitoterapia.
"É como tomar um chá, mas em forma de sorvete", disse Llinares à BBC Brasil.

Contra gases e insônia
Com receitas exclusivas, a marca criou 12 sabores de sorvetes terapêuticos.
O de centelha asiática, por exemplo, promete combater a celulite. Contra o estresse, a Llinares sugere a mistura de três ervas medicinais (valeriana, erva-cidreira e tília). E para combater gases, sorvete de erva-doce.
Na lista há também propostas mais atrevidas, como o sorvete para evitar a impotência, à base de ginseng e outras plantas medicinais, a mistura para emagrecer, com aloe vera, além de outros sabores que prometem ajudar o consumidor a parar de fumar ou superar problemas de insônia.
Llinares explicou que a ideia da linha terapêutica surgiu depois que o pai dele teve um câncer de próstata.
"Comecei a pensar nos tratamentos naturais que poderiam ajudar o meu pai. Primeiro imaginei um sorvete diurético e uma coisa levou à outra", disse.
"A saída dessa linha ainda é limitada, mas sempre tem gente disposta a provar novidades e se surpreende porque gosta do sabor e acredita na eficácia das plantas", completou.

Sabores
Essa forma de inovar foi o que deu fama à sorveteria, cujas receitas são secretas.
A família administra a marca há quase 80 anos e já está na quinta geração de sorveteiros.
As lojas têm mais de mil sabores - muitos deles raros, como os sorvetes de chopp, cerveja preta, azeite de oliva, alho, cebola, salmão e canja de galinha.
Neste verão, foram introduzidos ainda sorvetes de alface, omelete, embutidos e anchovas com vinagre. Para o ano que vem, o chef avisa que haverá sabores de carne de crocodilo e cobra.

Discutindo a Relação!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Riff de Sweet Child O'Mine, do Guns 'N Roses, é eleito o melhor da história do rock (e sempre tocado com uma Les Paul)


O riff da música Sweet Child O’Mine, que ficou conhecido na guitarra de Slash, ex-Guns 'N Roses, foi eleito em uma pesquisa do tabloide inglês The Sun como o melhor da história do rock.

A música ficou na frente de competidores como Layla, de Eric Clapton, Beat It, de Michael Jackson e Smoke on the Water, do Deep Purple.

Confira a lista:

1 - Guns 'N Roses - Sweet Child O'Mine
2 - Eric Clapton - Layla
3 - Aerosmith - Walk This Way
4 - Michael Jackson - Beat It
5 - Motörhead - Ace of Spades
6 - Jimi Hendrix - Voodoo Child
7 - Queen - Another One Bites The Dust
8 - Nirvana - Smells Like Teen Spirit
9 - Deep Purple - Smoke on the Water
10 - Green Day - American Idiot

O melhor amigo do homem!


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Les Paul, criador da guitarra que leva seu nome, morre aos 94 anos

Les Paul, guitarrista e inventor que mudou a história da música com a guitarra elétrica e a gravação multipista e que teve uma série de sucessos, muitos deles com a cantora Mary Ford, morreu nesta quinta-feira aos 94 anos. De acordo com a empresa de guitarras Gibson, Paul morreu de complicações causadas por uma pneumonia no hospital White Plains, em Nova York, ao lado de familiares e amigos.
O músico foi hospitalizado em fevereiro de 2006 quando soube que havia sido premiado com dois Grammy pelo disco lançado após seu aniversário de 90 anos, "Les Paul & Friends: American Made, World Played". "Me sinto como um edifício condenado com um mastro de bandeira novo", brincou Les Paul na época.
Como inventor, Paul ajudou a popularizar o rock'n'roll e a gravação multipista, que permite que artistas gravem diferentes instrumentos separadamente, cantem as harmonias com as gravações e depois equalizem e misturem as diferentes gravações em uma faixa final.
Com Ford, sua mulher entre 1949 e 1962, ele ganhou 36 discos de ouro e colocou 11 sucessos no primeiro lugar das paradas, entre eles "Vaya Con Dios," "How High the Moon," "Nola" e "Lover". Muitas das canções usavam técnicas de gravação que Paul ajudou a desenvolver, como o "overdub". "Eu poderia pegar minha Mary e fazer três, seis, nove, 12, quantas vozes eu quisesse", lembrou o músico. "Essa é uma bela possibilidade". A técnica do "overdub" foi muito utilizada por artistas posteriores, como os Carpenters.
A guitarra elétrica ganhou popularidade a partir de meados da década de 40, e então explodiu com o surgimento do rock nos anos 50. "De repente, perceberam que força era uma parte importante da música", disse Paul. "Poder se expressar além dos limites normais de um instrumento sem amplificação era inacreditável. Hoje um garoto não imaginaria cantar uma música em um palco sem um microfone e sistema de som."
Les Paul fez experimentos com a amplificação de violões por anos antes de aparecer em 1941 com o instrumento que chamou de "The Log". "Fui em um clube e toquei. Claro que todo mundo me achou maluco." Tempos depois o instrumento foi aperfeiçoado até ter o desenho mais próximo de um violão. Em 1952, a empresa Gibson começou a produzir a guitarra Les Paul.
Pete Townshend, Steve Howe, do Yes, Al DiMeola e Jimmy Page são alguns dos músicos que fizeram da Les Paul sua marca registrada. Com o passar dos anos, as séries Les Paul se tornaram uma das mais populares entre os músicos. Em 2005, um modelo de 1955 foi leiloado por US$ 45.600.



OBRIGADO!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Joe Cocker - Live at Woodstock 1969

Uma das interpretações mais inspiradas de todos os tempos!

domingo, 2 de agosto de 2009