quarta-feira, 23 de março de 2011

Bombeiro salva cachorro com respiração boca-a-boca

Uma cadela foi ressuscitada com respiração boca-a-boca por um bombeiro após ser resgatada de um incêndio na cidade de Hull, em Yorshire, oeste da Grã-bretanha.

Os donos da vira-lata Sunny, Beryl e Ken Honeyball, estavam fora de casa quando um incêndio acidental atingiu a construção. A cachorra desmaiou intoxicada pela fumaça antes que os bombeiros pudessem resgatá-la. No entanto, os bombeiros revelaram que um dos oficiais, Mike Dunn, passou meia hora tentando reavivar o animal de estimação após o resgate.

"Entregaram-me o cachorro do lado de fora da casa. Ela não dava sinais de vida, respirava a cada dez segundos. Achei que tinha morrido por causa da fumaça". "Eu fiz respirações boca-a-boca e coloquei uma máscara de oxigênio nela por 30 minutos", disse Dunn.

Segundo a imprensa local, Dunn disse que nunca tinha ouvido falar do procedimento em animais, mas que decidiu tentar durante o salvamento.

Ele teria dito ainda que já é alvo de piadas dos colegas por causa da situação inusitada.

Quando Sunny, que tem oito anos, acordou, foi deixada sob o cuidado de vizinhos até que seus donos chegassem.

`Herói´

Depois do incêndio, o bombeiro pediu para ser informado sobre a saúde de Sunny. "Eu também amo cachorros, tenho um boxer de 8 anos. Estou aliviado porque ela sobreviveu", disse.

Beryl Honeyball, uma aposentada de 71 anos, disse que Mick Dunn é "um herói". "Deveriam ter dado a ele uma medalha pelo que fez", disse.

O casal Honeyball foi informado sobre o incêndio pelos vizinhos.
"Uma casa é só uma casa, mas não substituiríamos Sunny. Ela fez muita diferença em nossas vidas", disse a mulher.

Segundo os donos, a causa provável do incêndio foi um curto circuito na fiação elétrica da casa.

terça-feira, 22 de março de 2011

Rolling Stones - Shine A Light Deluxe Edition (2008)

Quando Jean-Luc Godard gravou seu Sympathy For the Devil, em 1968, os Rolling Stones não tinham nem dez anos de estrada. A presença do diretor francês em estúdio, registrando a gravação da música que deu título ao filme, era quase coincidência. A banda entrou nos planos de última hora, e Godard estava mais interessado em analisar a contracultura da época. Ninguém diria que aqueles ingleses de calça apertada teriam mais dez anos de vida útil no palco - muito menos eles.

Hoje, quarenta anos depois, os Stones ainda estão no topo da curva. Vovôs roqueiros, têm mais energia do que a soma dos músicos que bebem da sua herança. E conseguiram transformar uma banda de rock em empresa multinacional, com uma das marcas mais eficientes do globo, movimentando milhões de dólares a cada turnê.

O poder de Mick Jagger e companhia não é brincadeira. E é isso que parece ter fascinado Martin Scorsese, em mais uma de suas recentes incursões musicais. Em 2003, o cineasta produziu uma ótima série de documentários sobre as raízes do blues. Dois anos depois, conseguiu jogar um holofote sobre o recluso Bob Dylan em No Direction Home. E agora, fingindo que não era nada demais, resolveu captar o quarteto inglês no palco.

The Rolling Stones - Shine a Light seria só mais um ordinário registro de banda ao vivo, se os envolvidos não fossem quem são. Os Stones entram com a excelência musical e o joie de vivre de quem não tem mais nada a provar. E o cineasta soma com seu amor pelas canções da banda (que freqüentemente aparecem nas trilhas sonoras de seus filmes) e sua boa mão de documentarista, atento a pequenos detalhes - acredite, você nunca percebeu a importância dos dentes de Mick Jagger para a música.

O filme/show ganha muito por não ter sido gravado em grandes locações, onde a banda está acostumada a se apresentar. No final de 2006, em meio à mega turnê A Bigger Bang, Scorsese conseguiu marcar duas apresentações no elegante Beacon Theater, em Nova York. Ali dentro, a superprodução tomou conta, com 20 câmeras espalhadas pelo lugar. Até a platéia de fãs da primeira fila foi escolhida a dedo, cada um recebendo cachê de 75 dólares pela presença.

Mas tudo são detalhes, perto do repertório registrado. A escolha do setlist faz parte do momento cômico do filme. Jagger enrolou Scorsese até o último momento: o diretor só ficou sabendo quais músicas seriam tocadas quando a banda abria a introdução de "Jumpin' Jack Flash" (nesse ponto, já estava arrancando as sobrancelhas de nervoso). No final das contas, a lista deu preferência aos grandes clássicos dos Stones. As músicas mais recentes são de Tattoo You, álbum de 1981.

Os convidados especiais incluem Christina Aguilera, surpreendentemente boa em "Live With Me" (mesmo que Keith Richards tenha declarado depois que não sabe até hoje quem é aquela mulher que invadiu o palco), Jack White (feliz feito criança, em "Loving Cup") e Buddy Guy (ponto alto, com "Champagne & Reefer", de Muddy Waters). Richards é um espetáculo à parte no meio da apresentação, assumindo o vocal blueseiro e chapado de "You Got the Silver" e "Connection".

Claro que, por melhores que sejam a banda e as músicas, assistir a um show sentado no cinema tem um quê de chatice. Daí vem a esperteza de Scorsese, que incluiu imagens antigas da banda ao redor do mundo, a maior parte em entrevistas dos anos 60/70, para quebrar o ritmo e traçar um histórico curioso do fenômeno Rolling Stones.

Entre os riffs de Keith Richards e Ronnie Wood, um sorriso mal-humorado de Charlie Watts para a câmera e as requebradas de Mick Jagger, Shine a Light é um registro superior da velha carreira dos britânicos. E ajuda a provar que esses quatro não são os homens mais importantes do mundo à toa. Só olhar para Bill Clinton (o ex-homem quase mais importante), salivando ao lado deles nos bastidores, para se ter certeza. Sorte nossa que eles devem durar, pelo menos, mais uns dez anos.

Experimente o álbum com as músicas deste show. É uma excelente pedida!



Veja o trailer


Homem fiel não tem preço!

Acordei com uma baita ressaca e do lado da cama tinha um copo d'água e duas aspirinas.
Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada.
O quarto estava em perfeita ordem.

Havia um bilhete de minha mulher:
Querido, deixei seu café pronto na cozinha. Fui ao supermercado.Beijos.

Desci e encontrei uma mesa cheia, café esperando por mim.
Perguntei à minha filha:
- O que aconteceu ontem?
- Bem, pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, urinou na cristaleira antes de chegar no quarto.
- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?
- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua calça, você gritou:

'NÃO FAÇA ISSO MOÇA, EU SOU CASADO!'

Ressaca: 70 reais.
Móveis destruídos: 1.200 reais.
Café da manhã: 20 reais.
Dizer a frase certa no momento certo: Não tem preço!

quinta-feira, 10 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

Mulheres de antenas; dez exemplos das experimentações femininas na música pop de hoje!


Foi-se o tempo em que o rock e pop eram um reduto machista; apesar de sempre protagonistas dos conteúdos das canções, as mulheres deixaram cada vez mais este lado para passar para o outro; dos inocentes “girls groups” dos anos 60, a encrenqueiras pioneiras como Dusty Springfield ou Janis Joplin ou as arquetípicas Billie Holiday e Nina Simone, elas conquistaram o espaço, muitas vezes e literalmente no grito, mas todo esse levante se consolidou a partir dos anos 90 e não parou mais; hoje é impossível conceber uma banda sem uma porção feminina, seja na instrumentação, no vocal ou na liderança.

Atualmente, parecem até muito mais antenadas que o sexo oposto, investindo nas mais diversas experimentações sonoras e estão longe de precisar de um só dia para comemorar; na música pop, todo dia é dia da mulher!

Do jazz ao pop experimental, confira dez lançamentos, onde a presença feminina se destaca:

Ham Sandwich é uma banda irlandesa da cidade de Kells, formada por Niamh Farrell nos vocais, Podge McNamee vocal e guitarra, Darcy guitarra e piano e Ollie Murphy na bateria; na ativa desde 2003, o Ham lançou seu disco de estreia, Carry the Meek, em 2008. Agora, divulga o badalado novo single, The Naturist, do segundo disco da banda: “White Fox”

Parenthetical Girls: fazendo um inusitado pop experimental, esta banda foi formada na cidade americana de Everett, Washington, no meio dos anos 2000; agora, baseada em Portland, fascina seus fãs ao unir influências dispares como Brian Eno (no começo de carreira), T. Rex, Dirty Projectors, Philip Glass, Xiu Xiu, e Phil Spector.

Julia Kent: atualmente em Nova Iorque, mas nascida no Canadá, esta cellista ficou famosa junto ao grupo “Rasputina”, que fazia um rock só com violoncelos, e depois, como integrante do “Antony and the Johnsons”. Em 2007, lançou seu primeiro disco solo, Delay. Agora, está de volta com o belo e original “Green and Grey”.

Earth Gir Helen Brown nascida em Vancouver, Canadá, cresceu na musical cidade americana de Athens, Georgia, e fez de sua tragédia pessoal (perder uma vista depois de um acidente na infância) uma busca pelo sentido musical da vida, tonando-se uma cantora nômade que une o folk e a psicodelia; sua primeira banda chamou, sintomaticamente, “One Eyed Tramps”. Afirma ter passado um longo tempo no Alaska com um xamã, e seus shows eram cheios de surpresas, como desmaios no meio do palco. Apesar disto tudo e de tantos factoides, sua música se mostra surpreendente e interessante, unindo country e folk alternativo, com sons dos anos 60, como “girls group” e R&B. Seu mais novo disco é o EP “Earth Girl Helen Brown - Story of an Earth Girl”.

The Lovely Eggs: uma dupla formada em Lancaster, Inglaterra, pelo casal Holly Ross e David Blackwell; Ross foi criadora, vocalista e guitarrista da banda feminina “Angelica Blackwell”; foi guitarrista da banda “3D Tanx”, que ganhou notoriedade no circuito “Cult”. O disco de estreia do duo foi “If You Were Fruit”, em 2009 e agora, vem o segundo: “Cob Dominos”.

Erin Ivey & The Finest Kind: morando em Austin, ela faz um jazz com acento pop e toques de country e folk, fugindo dos trejeitos da maioria das cantoras de jazz contemporâneo, que acabam exagerando nas firulas. Seu som é direto e objetivo e a sua banda de apoio, The Finest Kind, formada por Rolf Ordahl no Hammond B3, Ross Alexander no baixo e JJ Johnson na bateria, faz um show a parte; vale a pena conhecer seu novo disco: Broken Gold.

Adalita é um nome bem conhecido para quem curte o som indie australiano, pois ela foi um dos atrativos do grupo seminal “Magic Dirt”. Mas na sua estreia solo, ela mostra a amplitude de seus talentos como compositora, fazendo da introspecção uma forte aliada; de forma minimalista e crua, as dez canções de seu disco de estréia envolvem e fascinam.

Emilie Clepper, da novíssima geração folk, une suas influencias texanas e canadenses e se transforma em uma das maiores promessas do gênero; lança agora seu segundo trabalho, What You See, com a colaboração do multi instrumentista Joe Grass.

The Jane Austen Argument: também vindos da Austrália, mais precisamente de Melbourne, este duo, formado por Jennifer Kingwell e Tom Dickins faz um chamado “cabaret noir”, combinado baladas com um humor cínico; coisa fina! O registro de estreia é o EP “The Birthing Pyre”.

Sarah Lee Guthrie & Johnny Irion: Sarah Lee representa a terceira geração de músicos da nobre família Guthrie. Ela é filha caçula do renomado de cantor folk music, Arlo Guthrie, e neta do lendário Woody Guthrie. Sua estreia em disco foi em 2002. Em 1997, conheceu seu futuro marido Johnny Irion. Guthrie e Irion se casaram em 1999 e começaram a se apresentar juntos como Sarah Lee Guthrie & Johnny Irion.

Fonte: blog do Maia (http://blogdomaia.blog.uol.com.br/)

terça-feira, 8 de março de 2011

Jack Johnson - The September Sessions (2002)

Excelente trilha sonora do documentário de surf produzido por Jack Johnson.
A idéia inicial para a produção deste documentário surge quando o campeão mundial de surfe Kelly Slater pede ao músico Jack Johnson para filmá-lo em ação, tendo como coadjuvantes seus companheiros de praia.
O cenário para tal espetáculo é a costa das Ilhas de Sumatra, onde a tropa trabalha duro para poder propiciar ao espectador uma das mais excitantes expedições do gênero.
Mas o filme não se destaca apenas por suas ondas fantástica. A trilha sonora é excelente.
Uma mistura de surf music e acid jazz, muito bem arranjada... levemente introspectiva... clima tranquilo... para curtir em diversos momentos.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Jorge Ben - Puro Suingue (1977/2001)


Excelente album do Jorge Ben, tanto por ter as suas melhores músicas, quanto pela qualidade e estilo da gravação.
Lp lançado como álbum duplo em 1977 e sendo regravado em 2001 com apenas 14 músicas.
Para mim o seu melhor disco!
É Puro Suingue!!!!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ronaldo confirma aposentadoria para jornal; coletiva na segunda é divulgada

O fim da carreira do atacante Ronaldo está mesmo cada vez mais perto. Depois que o Blog do Birner confirmou que o Fenômeno convocaria uma coletiva na segunda-feira para anunciar o fim de sua carreira, o camisa 9 do Corinthians confirmou ao jornal Estado de S. Paulo que irá mesmo parar de jogar futebol.

"Não aguento mais". "Eu queria continuar, mas não consigo. Penso uma jogada, mas não executo como quero. Tá na hora. Mas foi lindo pra caramba", declarou para o jornal.

A assessoria de imprensa do Corinthians não confirmou a informação, mas os boatos aumentaram com a confirmação de que Ronaldo convocou os jornalistas para uma coletiva às 12h40 no CT Joaquim Grava. Os jogadores se reapresentarão às 10h30, mas apenas o Fenômeno falará.

Ronaldo foi apontado pela torcida do Corinthians como um dos principais culpados pela eliminação precoce contra o Tolima na Pré-Libertadores. Na ocasião, o jogador admitiu que pensou em se aposentar, mas mudou de ideia.

Seu melhor amigo enquanto jogou no Corinthians, o lateral esquerdo Roberto Carlos deu uma resposta um tanto quanto curiosa ao saber de possibilidade da aposentadoria de Ronaldo e que o Fenômeno irá falar sobre o assunto nesta segunda.

"Ele já convocou a entrevista? Meu Jesus, lá vem a bomba", declarou para a Rádio Globo. "Vou tentar falar com ele, vou tranquilizá-lo, esperar para ver o que ele resolve. Espero que ele não pare. É uma pessoa maravilhosa, que colocou o Corinthians no lugar que merece. Vamos ver, esperar amanhã".

Já o técnico Tite assumiu o seu lado 'torcedor', já que deseja muito que Ronaldo não confirme a aposentadoria e continue a atuar com a camisa do Corinthians. O treinador admitiu que apelou até para a religião para a permanência do jogador.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sogras!!!

1) A filha reclamando do namorado:
- Mãe, o Mário diz que não acredita em inferno.
- Case-se com ele, minha filha, e deixe o resto comigo!

2) O homem leva um susto ao ouvir da cartomante:
- Em breve sua sogra morrerá de forma violenta.
Imediatamente ele pergunta à vidente:
- E eu? Serei absolvido?

3) Um homem encontra seu amigo na rua e lhe diz:
- Cara, você é igualzinho a minha sogra, a única diferença é o bigode!
- Mas eu não tenho bigode!
- É, mas a velha tem.

4) Um cara foi à delegacia e disse:
- Eu vim dar queixa, a minha sogra sumiu.
O delegado pergunta:
- Há quanto tempo?
- Duas semanas.
- E só agora é que você vem dar a queixa?
- É que custei a acreditar que eu tivesse tanta sorte!

5) A sogra morreu e um amigo perguntou:
- Vai enterrar ou cremar?
- As duas coisas. Não podemos facilitar!

6) - Querido, onde está aquele livro ' Como viver 100 anos' ?
- Queimei!!!!
- Por quê ????
- Vai que sua mãe começa a ler essas coisas...

7) O cara chega pro amigo e fala:
- Minha sogra morreu e agora fiquei em dúvida. Não sei se vou trabalhar ou se vou pro enterro dela... O que é que você acha?
E o amigo:
- Primeiro o trabalho, depois a diversão!!!

8) Tocam o interfone:
- O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos?
- É claro! Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra!

9) Qual a punição por bigamia?
Duas sogras

10) A mulher comenta com o marido:
- O relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da mamãe...
- Eita merda de relógio! Sempre atrasado!!!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Deputados estaduais de SP só trabalham 2 meses em 7

O Legislativo paulista retomou seus trabalhos em fevereiro, depois de ter vivido sete meses de baixa produtividade, período em que o foco dos deputados esteve voltado para as eleições. Na prática, a Assembleia Legislativa funcionou em apenas dois meses desde julho.

Neste período, em que estão incluídos cerca 70 dias de recesso, os deputados estaduais custaram aos paulistas R$ 78,7 milhões.

O levantamento feito pela Folha considera salários dos parlamentares e seus assessores, auxílio-moradia e verba de gabinete.
Do início do segundo semestre até 19 de outubro, a Casa não votou nenhum projeto. Nesse período, o Legislativo funcionou à base de sessões com discursos de raros parlamentares.

Até dezembro, a aprovação de projetos se deu por acordo, sem debate. As nove votações nominais em plenário foram concentradas entre 8 e 22 de dezembro. No segundo semestre de 2009, houve 29 votações.

As comissões permanentes ficaram paralisadas por três meses, de agosto ao final de outubro. Além disso, de agosto até dezembro, das 25 comissões permanentes da Casa, 21 se reuniram no máximo duas vezes. Nove delas não se reuniram, como a de Segurança Pública.

Barros Munhoz (PSDB), presidente da Assembleia, admite a baixa produtividades, mas diz que o Legislativo cumpriu sua obrigações em 2010.

ORÇAMENTO

Além de votações obrigatórias, como o Orçamento --aprovado sem emendas parlamentares-- e as contas do governo, o Legislativo aprovou a lei que fixa 25% dos leitos do SUS para particulares e convênios.

A outra emenda de impacto aprovada foi o aumento do salário do governador, que elevou o teto do funcionalismo e gerou gasto extra de R$ 425 milhões por ano.

A Assembleia também aprovou 12 leis de menor impacto. Seis criam cargos e seis tratam de assuntos como a rotulagem de transgênicos.

Das 168 leis publicadas desde 1º de julho, 147 ou nomeiam pontes, viadutos e passarelas, ou declaram instituições comunitárias como de "utilidade", ou instituem dias como o do profissional da segurança privada.

Líder do governo, o deputado Vaz de Lima (PSDB) classifica o período como "atípico" por causa das eleições e diz que os trabalhos não sofreram prejuízo.

"Se esse é o custo da democracia, é muito barato. É natural ter que ir atrás do eleitor", afirmou ele.

Oposicionista, Major Olímpio (PDT), no entanto, diz que os colegas não trabalharam no ano passado.

"A Assembleia não existiu em 2010. Não tem nada de custo da democracia. Isso é desculpa. A Casa tem funcionado como órgão homologador do Executivo."

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

QUEM SOU EU?

Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado CONTRABANDISTA.
Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR.
Para votar ELEITOR, mas em comícios MASSA, em viagens TURISTA, na rua caminhando PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE.
Nos jornais viro VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE.
Para o Ibope ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Agora, já virei GALERA.
Se trabalho na ANATEL, sou COLABORADOR e quando morrer... uns dirão... FINADO, outros... DEFUNTO, para outros... EXTINTO , para o povão... PRESUNTO... Em certos círculos espiritualistas serei... DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui... ARREBATADO...
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!!
E pensar que um dia já fui mais EU.

Miles Davis - Kind Of Blue (1959)


Existe uma arte visual japonesa na qual o artista é forçado a ser espontâneo. Ele deve pintar em um fino pergaminho esticado, com um pincel especial e tinta d´água (preta), de uma maneira que uma pincelada não muito natural, interrompida bruscamente, destruirá o pergaminho. Correções ou mudanças são praticamente impossíveis...
Isso é Kind of Blue, um dos mais cultuados álbuns de jazz da história.

Gravado em apenas duas sessões de estúdio, nos dias 2 de Março e 22 de Abril de 1959, é um registro fiel de uma era. Tudo soa espontâneo, nenhuma regra a ser seguida, apenas o sentimento.
Nele, Miles Davis conseguiu reunir pelo menos quatro gigantes: Bill Evans com seu toque introspectivo no piano, os saxofonistas John Coltrane e Cannonball Adderley e o fantástico baixista Paul Chambers, que auxiliados pelo baterista Jimmy Cobb, um verdadeiro metrônomo e o pianista Wynton Kelly, que tocou apenas na faixa 2, fazem uma cama do mais alto luxo para Miles deitar e rolar.

A faixa de abertura, So What, é hipnotizante. O baixo apresenta o tema, que se resume em uma simples melodia calçada por apenas dois acordes.
A faixa dois, Freddie Freeloader, é um bom e velho blues tradicional com um solo fantástico de Wynton Kelly ao piano que nos leva a um lugar imaginário onde nunca estivemos.
Blue Green, faixa três, tem uma melodia densa e harmonia bastante complexa.
O clássico All Blues, já tocado de diversas formas mundo afora, encanta pela beleza dos improvisos. É Miles em sua plenitude, seguido muito de perto por Cannonball e John.
Flamenco Sketches fecha o disco com chave de ouro, um belíssimo tema com os músicos superando-se em solos de altíssimo nível.

Kind of Blue não foi só um disco, foi um projeto de vida, classificado como o "suco de laranja diário" de toda uma geração de músicos e jazzófilos de todo o mundo.

Não disponibilizaremos um link externo para baixar o arquivo devido a uma reivindicação do DMCA (Digital Millennium Copyright Act) ao Blospot. No entanto, uma pesquisa em sites de busca poderá te indicar outros sites para você conhecer o Miles Davis.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Corinthians lança uniforme sustentável desenvolvido a partir de garrafas PET

Na véspera de estrear pela Copa Libertadores, o Corinthians lançou seu uniforme para a temporada 2011. Na tarde desta terça-feira, o goleiro Júlio César, o volante Jucilei e o atacante Dentinho exibiram a nova camisa alvinegra, desenvolvida a partir de oito garrafas PET.

O clube de Parque São Jorge se torna o primeiro no mundo a contar com uma camisa oficial sustentável da Nike, segundo a multinacional norte-americana. O tecido é desenvolvido com 96% de poliéster reciclado e 4% de algodão orgânico.

Outra inovação é o design, que cria uma identidade comum aos uniformes dos cinco maiores times europeus patrocinados pela Nike – Barcelona, Inter de Milão, Juventus, Arsenal e Manchester United.

“É uma camisa muito bonita e espero que traga muita sorte ao nosso time. Já recebemos algumas informações do adversário de amanhã", observou Dentinho, citando o duelo desta quarta-feira com o Deportes Tolima, no Pacaembu, pela Pré-Libertadores. "É uma equipe que trabalha muito a bola, e será uma partida difícil”, completou o atacante, vestindo o uniforme número dois.

O modelo 2011 do uniforme corintiano chega às lojas na quinta-feira (27) em duas versões. A camisa idêntica à que será utilizada pelos jogadores custará R$ 239,90 enquanto a réplica sai por R$ 189,90.