domingo, 17 de outubro de 2010

10 Expressões Populares Animais!

Olha o passarinho

Uma fotografia hoje é produzida em milésimos de segundos, até mesmo pelos mais simples telefones celulares. Mas há mais de um século quando essa arte surgiu, os equipamentos fotográficos demoravam alguns minutos para fixar a imagem no filme. Nos retratos individuais ou de grupos de pessoas havia a necessidade delas posarem paradas durante esse tempo e quando tinham crianças envolvidas a dificuldade era ainda maior, pois havia a necessidade de prender a atenção delas e mantê-las olhando em direção à câmera.
Para fazer isso, os fotógrafos recorriam a um inusitado expediente: colocavam uma gaiola com passarinhos ao lado da câmera e na hora de fotografar soltavam a frase: "olha o passarinho". A expressão se popularizou e continua a ser usada para chamar a atenção das pessoas.

A vaca foi pro brejo

Normalmente em tempos de estiagem, as vacas saem em busca de água e podem entrar em áreas pantanosas, o que as leva muitas vezes a acabarem presas no lodo. Esse fato pode ocorrer também fora de épocas de secas, em regiões com muitas áreas alagadas. Atoladas, elas começam a afundar, não conseguem sair e acabam morrendo afogadas ou por inanição. Somente com a ajuda humana é possível tirar o animal dessa situação. Para os criadores de gado, a vaca ir para o brejo representa prejuízo certo. Assim, quando as coisas não dão certo ou quando algo ruim acontece popularizou-se usar a expressão "a vaca foi pro brejo".

Fazer uma vaquinha

Normalmente quando um time de futebol profissional vence um jogo importante, seus jogadores acabam recebendo uma premiação em dinheiro, o "bicho". Na origem dessa prática está o surgimento de outra expressão popular: "fazer uma vaquinha". Tudo começou nos anos 1920, no Rio de Janeiro, quando a torcida do Vasco da Gama resolveu estimular os jogadores a vencerem os jogos. Para isso, estabeleceu um incentivo monetário baseado nos números do jogo do bicho. O número cinco, do cachorro, representava cinco mil réis de premiação por um empate. O dez, do coelho, dez mil réis por uma vitória comum. E o 25, da vaca, 25 mil réis por uma vitória em jogos decisivos. Assim, a arrecadação do dinheiro do "bicho" dos jogadores pelos torcedores ficou conhecida como "fazer uma vaquinha".

Afogar o ganso

Você pode achar que essa expressão é só uma forma mais engraçada de referir-se ao ato sexual, do ponto de vista masculino. Mas há versões populares que atribuem a origem do termo a um costume na China em
que os homens mantinham relações sexuais com gansos e antes da ejaculação afogavam a ave para que ela tivesse mais contrações. Já a versão criada por Mário Prata, no livro "Mas Será o Benedito?", diz que a expressão foi um eufemismo usado por Dom Pedro 1.º em suas cartas para a Marquesa de Santos para referir-se às relações sexuais dos dois, driblando a censura imposta a essas correspondências pelo pai de Dom Pedro.

Lavar a égua

Tomar banho de champanhe após vencer uma corrida não é um costume que começou com os pilotos da Fórmula 1. Bem antes disso, quando uma égua vencia um páreo numa corrida de cavalos o bichinho já era saudado com um banho de espumante. Essa regalia era exclusiva da égua, já que seu semelhante do sexo masculino não recebia o mesmo tratamento. Assim, a prática dos donos do equino vencedor simbolizava que eles haviam ganhado uma boa grana de premiação e, por conta disso, a expressão "lavar a égua" popularizou-se como sinônimo de ganhar bastante dinheiro.

Tirar o cavalo da chuva

Há algumas versões ligeiramente diferentes para a origem dessa expressão. Para boa parte dos pesquisadores ela surgiu de um costume da época em que o cavalo era o principal meio de transporte no interior do país. Naqueles tempos, quando alguém ia fazer uma breve visita a um parente, amigo ou vizinho, normalmente "estacionava" seu cavalo em frente à casa em uma área descoberta. No entanto, se a conversa se alongava mais do que o esperado era comum o anfitrião falar para o visitante ir "tirar o cavalo da chuva", isto é, abrigá-lo em um local protegido, pois a visita iria demorar mais do que o imaginado. Com o passar do tempo, a expressão caiu no gosto popular. "Tirar o cavalo da chuva" significa desistir de algo, perder as esperanças ou a indicação de que alguma coisa vai demorar mais do que o previsto.

Lágrimas de crocodilo

Elas realmente existem e surgem quando o crocodilo passa muito tempo fora da água, fazendo com que suas glândulas produzam uma secreção lacrimal para lubrificar seus olhos. Elas também podem aparecer quando no ato de mastigar sua presa o animal pressiona as glândulas lacrimais. Em ambos os casos, as lágrimas de crocodilo são o resultado de um processo biológico e não têm nada a ver com uma possível tristeza que o réptil estaria "sentindo" naquele momento. Com o passar dos anos, a sabedoria popular consagrou a expressão "lágrimas de crocodilo" como sinônimo de todo choro que parece fingido ou hipócrita.

Dar com os burros na água

Credita-se a expressão à moral de um conto que remete a um fato comum na época colonial no Brasil: o uso dos burros para o transporte de cargas. O conto popular narra a disputa entre dois tropeiros para ver quem chegava primeiro a um destino. Um deles deveria usar o burro para transportar sal, enquanto o outro transportaria algodão com o animal. Só que no meio do caminho havia um rio e ao tentarem atravessá-lo, ambos perderam as cargas - o sal dissolveu-se e o algodão encharcou - e eles não conseguiram concluir a missão. Por conta disso, quando alguém é mal-sucedido em seus objetivos, usa-se a expressão "dar com os burros n'água".

A cavalo dado não se olham os dentes

Sua mãe provavelmente ensinou a nunca desdenhar daquilo que você recebe de presente. Se um dia você ganhar um cavalo, por exemplo, nunca olhe a arcada dentária do animal na frente de quem te deu. Isso por que os dentes do cavalo não nascem de uma vez, sendo que os últimos só surgem no quarto ou quinto ano de vida do animal. Assim, olhar os dentes dele significa verificar qual a idade do equino, o que pode ser bastante deselegante. Na satírica visão de Mário Prata, no livro "Será o Benedito?", a expressão popular no entanto tem raiz histórica na avareza da família real portuguesa. Ao chegar ao Brasil, fugindo das tropas de Napoleão, Dom João 6.º teria usado cavalos em péssimo estado como moeda de troca. E a quem reclamava ele usava a expressão "a cavalo dado não se olham os dentes".

Pagar o pato

Há pelo menos duas versões interessantes para a expressão que significa que alguém está arcando com as consequências da ação de outra pessoa. Uma delas está na coletânea de anedotas e provérbios "Facetiae", do escritor italiano Giovanni Bracciolini, publicada em 1450. Numa das historinhas narradas por Brancciolini, uma mulher casada interessada em comprar um pato de um vendedor ambulante propõe pagar pelo animal com favores sexuais. No entanto, enquanto ela e o vendedor discutem se a quantidade de sexo feita já era suficiente para quitar a dívida, chega o marido, que ludibriado pela esposa, acaba pagando o pato em dinheiro. Outra versão para a origem da expressão remete a uma antiga brincadeira que existia em Portugal. Nela amarrava-se um pato a um poste e os competidores deveriam tentar a cavalo pegar o animal soltando suas amarras em um só golpe. Quem perdia, pagava pelo pato sacrificado.


Fontes:
BARBOSA, Kleyson. Qual a origem da expressão "pagar mico"? in Mundo Estranho, edição 97, março de 2010, Editora Abril.
PRATA, Mario. Mas será o Benedito? São Paulo: Editora Globo, 2003.
RIBOLDI, Ari. O bode expiatório - origem de palavras, expressões e ditados populares com nomes de animais. Rio Grande do Sul: Editora Age, 2009.

Os Incompreendidos, de Isaac Chueke, 2005  

Placas Motivadoras













quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Adrenaline Rush Cliff Diving and Base Jumping "The Science of Risk"

Pura viagem

Chegam aos sites brasileiros as chamadas 'doses' _arquivos sonoros que teriam o poder de simular efeitos de drogas como LSD, ecstasy ou maconha. Um download é traficado por quase R$ 30; especialistas dizem que apenas o fator placebo e a persuasão do marketing podem explicar os sintomas muito loucos descritos por alguns usuários desse modismo.


Elas têm nomes como cocaína, orgasmo e absinto, e podem ser encontradas facilmente na internet. No YouTube, não faltam vídeos mostrando internautas em estado de êxtase ao ouvir faixas batizadas de "Hand of God" (mão de Deus) e "Gates of Hades" (portões do inferno) com seus fones de ouvido.

As e-drugs são arquivos de áudio que, quando baixados e escutados por um período de 15 a 30 minutos, prometem induzir seus ouvintes a estados de euforia, sedação ou alucinação, dependendo da dose experimentada.
A alteração da mente seria provocada por ondas binaurais: cada um dos ouvidos recebe o som dos ruídos em uma frequência diferente, simulando no cérebro o efeito de uma droga de verdade
É o que propaga o site da I-Doser Experience, principal marca que disponibiliza esse tipo de arquivo na rede.
O site oferece dez pacotes diferentes cujo download custa US$ 16,95 (cerca de R$ 29). Alguns incluem as chamadas "simulações recreativas" de maconha, cocaína, ópio e peiote. Outros prometem prazer sexual, em faixas batizadas de "First Love" (primeiro amor) e "Orgasm".
O mesmo site mantém um fórum com mais de mil comentários de usuários, que descrevem suas experiências com as drogas digitais.
Um internauta relata que viu um fantasma depois de ter experimentado a dose "LSD". Outro que se diz portador de transtorno de deficit de atenção afirma ter ficado mais concentrado depois de ouvir a faixa "Ritalina" (nome da droga usada para tratar esse distúrbio).
No Brasil, a moda está ganhando adeptos. No mês passado, entrou no ar um blog que revende as doses por preço abaixo do praticado no site oficial.
Mas entre os internautas brasileiros ouvidos pela Folha que disseram ter provado as doses, poucos descreveram efeitos como aqueles vistos nos vídeos ou detalhados no fórum.

"BAD TRIP"
"Faço como manda o site", diz o técnico de informática Olavo, 18. "Deito na cama, apago as luzes e ouço por 30 minutos, pelo menos".
Em uma dessas experiências, ele conta ter experimentado a "Hand of God", dose que seus amigos diziam ser a mais forte. "Até hoje não sei se aquilo foi sonho ou alucinação. Estava deitado e, de repente, o cobertor começou a criar vida, como se quisesse me engolir. Tive vontade de correr, sair. Não me lembro de como acabou, mas acordei no dia seguinte na minha cama, do mesmo jeito que estava antes. Comentei com meus amigos, mas nenhum tinha vivido algo parecido".
Olavo continua ouvindo as doses que considera fracas, como a "Marijuana" e a "Ecstasy", "só para relaxar".
A vestibulanda Rafaela, 19, experimentou a dose "Sleeping Angel", mas ao contrário do prometido pelo site teve um sono agitado: "Dormi enquanto escutava, mas achei ruim. Depois que o som acabou, comecei a acordar toda hora. Nunca mais".
A professora paranaense Andressa, 22, encontrou as e-drugs quando buscava analgésicos na rede para aliviar as dores que sente na coxa esquerda, fruto de uma meralgia parestésica (compressão dos nervos). "Topei com um arquivo chamado "Pain Killer" e achei que seria a solução", diz. Ela relata que ouviu por 35 minutos. "Só senti uma enxaqueca que passou no dia seguinte."
Embora zombado pelos amigos, o estudante catarinense Marlon, 15, continua ouvindo doses diárias da "Quick Happy". Segundo ele, o arquivo serve para pessoas de baixa autoestima.
O antropólogo Fábio, 29, já disse ter experimentado maconha, ácido, ecstasy -de verdade. Mas quando tentou suas versões digitais, decepcionou-se: "A dose da "marijuana" me deixou um pouco tonto, mas nada parecido com a de verdade".

ONDAS BINEURAIS
Para Sonia Brucki, neurologista do Hospital das Clínicas, as drogas digitais carecem de profundidade científica: "A música promove relaxamento e prazer porque libera endorfina e serotonina no cérebro", afirma.
A neurologista cita a repetição de mantras na meditação como foma de produzir sensação de relaxamento e fazer com que a pessoa se sinta desconectada do mundo ao redor. "Da mesma forma, um som muito caótico pode diminuir o grau de atenção e provocar algum grau de alienação", afirma.
Mas dizer que os ruídos emitidos via ondas binaurais pelos fones teriam os mesmos efeitos que uma droga é difícil: "Não vejo como isso liberaria substâncias nos neurotransmissores, como as drogas normais".
Para o historiador Henrique Carneiro, membro do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicotrópicos, as e-drugs não passam de "enganação publicitária".
"Música e transe são temas bastante ligados, basta ver os efeitos de um canto gregoriano, das batidas ritmadas das raves e até do acid rock. Isso não é propriedade dessas novas drogas."
O psicólogo Cristiano Nabuco, que coordena o programa de dependentes de internet do Instituto de Psiquiatria do HC, disse só ter atendido uma paciente que se queixava de dependência das drogas digitais: "Ela dizia que dava um barato. Mas o problema dela era outro: era dependência da internet".
Sobre os efeitos sentidos por alguns usuários, a explicação de Nabuco é simples: "Puro placebo. A pessoa atribui um significado ao som que não existe e acaba surfando na onda, sentindo exatamente o que quer sentir".
O psicólogo completa: "É uma grande exploração de incautos que estão em busca de algum recurso que possa anestesiá-los das pressões".

domingo, 12 de setembro de 2010

Tracy Chapman - The Collection (2001)



Ainda durante a faculdade, Chapman começou a se apresentar nas ruas, tocando seu violão em cafés de Cambridge, Massachussets.
Enquanto esperava sua graduação acadêmica, assinou contrato com a SBK Records, em 1988, lançando seu primeiro álbum, intitulado "Tracy Chapman" - que foi logo aclamado pela crítica, e ela passou a realizar tournês e conquistar o público.
Após sua aparição num programa de TV, em homenagem aos setenta anos de Nelson Mandela, em junho, sua música "Fast Car" alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos, ficando entre as 10 mais executadas da lista da Billboard Hot 100, enquanto outras faixas também ficavam entre as mais ouvidas, "Baby Can I Hold You" entre estas.
O disco vendeu bem, alcançando vários certificados de vendagem da RIAA (discos de platina), e fazendo-a vencer no ano seguinte (1989) quatro Grammy Awards, inclusive a de melhor artista revelação.
Chapman tornou-se uma artista ligada à Anistia Internacional, participando da tour "Human Rights Now!". Segundo algumas fontes, Chapman tornou-se uma das mais influentes artistas no meio universitário norte-americano, nos anos 80.
Seu álbum seguinte, Crossroads (1989), não teve o mesmo sucesso comercial. Em 1992, quando lançou seu trabalho seguinte - Matters of the Heart - seu público era restrito a fãs dedicados. Apesar de todos acreditarem ter encerrado sua carreira, surpreendeu os analistas em 1995, com New Beginning, que vendeu mais de 3 milhões de cópias apenas nos EUA, e rendeu-lhe um Grammy, em 1997, de melhor canção de rock.
Em 2000 Telling Stories foi um álbum com músicas mais voltadas para o rock que para o estilo pop, que até ali seguia. A música-título do disco foi bastante executada nas rádios européias, e em alguns segmentos norte-americanos.
Em 2001 veio a coletânea, batizada de Collection.
É um excelente álbum para quem quer conhecer o excelente trabalho desta ótima cantora.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Holandês burla segurança e pratica wakeboard em lago do Congresso Nacional



Na manhã desta quinta-feira, o holandês Duncan Zuur fez manobras de wakeboard sobre o espelho d’água em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, onde fica o palácio projetado por Oscar Niemeyer que abriga a Câmara dos Deputados e o Senado Federal.

O wakeboarder holandês burlou a segurança e sem qualquer aviso deslizou por cerca de 100 m sobre a superfície do lago, pouco antes de deixar o local de carro, em ação que durou menos de um minuto, bem antes do expediente dos parlamentares.

Duncan Zuur precisou ser impulsionado por uma espécie de guincho motorizado desenvolvido para esportes aquáticos, que pode atingir até 35 km/h.

“Eu gosto muito de fazer isso. Ir a lugares interessantes, famosos, onde normalmente não se pode andar de wakeboard. O que mais me impressiona em Brasília, sem dúvidas, é a sua arquitetura. É muito bonita. Os edifícios projetados pelo famoso arquiteto Niemeyer são fantásticos e reúnem vários estilos e formas em uma única cidade”, afirmou Duncan Zuur

Antes de vir ao Brasil, o atleta havia atravessado a maré cheia de Veneza, na Itália, quando as águas inundaram a Praça de São Marcos, ponto turístico da cidade. Ele também já fez exibições em Amsterdã, na Holanda, rebocado por um helicóptero e em Istambul, na Turquia, puxado por uma barca de passageiros.

Boicote a Ferrari!!!

PEÇO ATENÇÃO DE TODOS :
VAMOS BOICOTAR, CHEGA DE SACANAGEM!

AVISE A TODOS OS SEUS AMIGOS


(((URGENTE)))
Tenho percebido que a Ferrari vem errando com os pilotos
brasileiros da F1. Aconteceu muitas vezes com o Rubinho,
e agora com o Felipe Massa.
Temos que responder a esse palhaçada,
juntos vamos dar o troco nesses italianos.
Eu vou fazer a minha parte! Faça a sua também:

NÃO COMPREM VEÍCULOS DA MARCA FERRARI
NO MÊS DE SETEMBRO !!!
VAMOS MOSTRAR NOSSA FORÇA!!!

Orthopedics vs Anesthesia

sábado, 28 de agosto de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Taxi x Avião

Um avião sofre uma pane e o piloto é obrigado a fazer uma aterrissagem de
Emergência, mas graças à sua habilidade, consegue pousar em segurança no
meio de uma avenida. Passado o pânico, os passageiros batem palmas e começam
a sair do avião. Tudo parecia resolvido, quando um taxi desgovernado bate no
avião.

No interrogatório com o motorista, o delegado questiona:

- O piloto evita uma catástrofe e o senhor consegue bater no avião parado?
Como é que o senhor não viu esse jato no meio da pista?
- Doutor, eu peguei um casalzinho lá no shopping, eles entraram no táxi e
começaram o maior amasso e eu 100% de atenção no trânsito.
- Sim, prossiga...
- Ele tirou a blusa dela e começou a chupar os peitos da moça e eu vendo
pelo espelhinho, mas com 90% de atenção no trânsito.
- Continue...
- Ele enfiou a mão nas pernas da moça e puxou a calcinha dela, e eu com 80%
de atenção no trânsito.
- E.....
- Ela abriu o zíper e caiu de boca no bilau do rapaz, daí foi para 50% minha
atenção no trânsito!
- Ok! E então?
- Naquele pega-pega e chupa-chupa, ela tirou o bilau da boca e apontou na
direção da minha nuca, nisso o rapaz gritou:
- OLHA O JATO!!!
- Abaixei a cabeça na hora e nem vi a cor do avião... Doutor!! Como eu ia
saber que era a porra do jato e não o jato da porra?

Resumindo: O taxista foi liberado.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

sábado, 7 de agosto de 2010

Arquiteto propõe transformar em consulados os casarões do entorno do museu


Um breve passeio pela avenida Dom Pedro 1º, aquela que nasce bem em frente ao parque da Independência, explica a proposta do arquiteto Márcio Lupion. Em apenas três quadras, há sete casarões desocupados. Isso sem contar outros tantos localizados nas imediações, como os da avenida Nazaré e da rua Bom Pastor, boa parte deles em mau estado de conservação. "Minha ideia é que esses espaços abriguem consulados. Quero fazer disso tudo o Itamaraty de São Paulo", afirma o arquiteto, que apresentou o estudo à Subprefeitura do Ipiranga na última terça-feira.

Para instalação dos consulados, o projeto de Lupion prevê a revitalização da área, com a construção de um parque das águas no jardim do museu e de um bulevar na Dom Pedro 1º. Nos planos, uma ciclovia, o desenho do piso inspirado no mosaico português, as calçadas alargadas, os fios enterrados e os postes de iluminação trocados por luminárias.

"A proposta é boa porque organiza a paisagem. Pensa além da área pública, inclui o micro. A questão é ajustar a contrapartida, o financiamento", diz Regina Monteiro, diretora da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização).

Autor do projeto de revitalização do bairro da Liberdade em 2007, Lupion prevê que a criação desse centro cívico também seja feita por meio de parceria público-privada, em que as incorporadoras responsáveis por prédios residenciais "adotem" a reforma. Segundo ele, o dinheiro investido viria rapidamente, com a valorização do bairro, alvo da especulação imobiliária da cidade.

Os anúncios dos edifícios já exploram a tradição de lugar. "Viver cercado de requinte e elegância em meio ao charme de um bairro histórico" é o slogan de uma incorporadora, que descreve a região onde "a cada quarteirão ficam evidentes a riqueza da arquitetura e as marcas da independência."

Como não há casarões suficientes para abrigar as dezenas de consulados instalados em São Paulo, Lupion quer reunir os de países de língua latina e transformar em casa presidencial uma mansão que fica praticamente colada ao museu, na rua Bom Pastor. "Hoje, o que se vê no Ipiranga é a desqualificação de nossos símbolos. Ao adequar o entorno, se refaz a estrutura simbólica da cidade, o que dá sentido de afeto, de valor", defende o arquiteto.

Para o subprefeito do Ipiranga, Renato Ribeiro Nunes, a proposta segue a diretriz da administração municipal de revitalizar áreas urbanas com características próprias, mas precisa de ajustes. "Foi nosso primeiro encontro. O que ele apresentou parece positivo, mas há gargalos em questões de viabilidade técnica, principalmente no que diz respeito ao tráfego. Sobre os casarões, bem cuidados ou não, todos são privados. Teria de se resolver caso a caso."

Caso o projeto seja aprovado, resta saber se os consulados, a maior parte deles situados em bairros como Jardim América e região da avenida Paulista, vão aderir à troca de endereço.

Consulado ou lanchonete?
A casa branca de esquina, na avenida Dom Pedro 1º, com seis salas e terreno de 535 m2, está à venda por R$ 900 mil. É o mesmo valor que se pede pelo imóvel que fica bem próximo dali: um casarão verde de dois pavimentos e quatro dormitórios que ostenta seis placas de "vende-se" na fachada. Aldo Assis, o corretor responsável, diz que foi procurado recentemente pelo McDonald's. "Foi uma proposta de venda, mas não sei se o tamanho é suficiente para eles." Há cerca de três meses desocupado, o casarão quase foi invadido no mês passado. "Fica vazio, acaba dando nisso. Há muitos assim", diz o corretor.

A principal razão da desocupação e dos preços atrativos dos casarões é o fato de estarem próximos ao museu, em área próxima de tombamento. Por isso, todo projeto de reforma, demolição ou restauro deve ser analisado e aprovado pelos órgãos de preservação. "Tem cliente que até gosta, mas há outros que querem comprar para derrubar e construir outra coisa", afirma Assis.

A origem dos casarões
O bairro do grito de "Independência ou Morte" foi um dos que mais receberam casarões no final do século 19 e início do 20, boa parte deles no entorno do museu. A rua Bom Pastor e avenida Dom Pedro 1º são as mais caracterizadas por essas construções de famílias abastadas. É na Bom Pastor que fica, por exemplo, o Palácio dos Cedros. A mansão com mais de 50 cômodos, construída nos anos 20, foi residência da família Jafet, pioneira da imigração libanesa. Hoje, funciona como locação para filmes e desfiles. É ela que Lupion sonha transformar em casa presidencial.