sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

O Bafinho!

Três amigos resolvem ir acampar, mas como a barraca era bem pequena, eles teriam que dormir bem juntos, no mesmo colchonete e com o mesmo cobertor. Só que um dos amigos, o Bafinho, tinha um mau hálito, um bafo do tipo "boca de fossa".

A coisa estava complicada e por pouco não sai uma briga por causa do hálito do rapaz!

Então um deles teve uma idéia e fez a seguinte proposta:

- Ô Bafinho, vamos fazer assim, você não fala nada, fica de boca fechada! Quando você precisar falar alguma coisa, você bate palmas que a gente se esconde debaixo do cobertor para se proteger do seu bafo, falô?

O Bafinho não gostou muito, mas para não criar confusão em um espaço tão apertado, balançou a cabeça concordando.

Quando já estavam os três devidamente cobertos e preparados para dormir, Bafinho bate palmas e os dois amigos, rapidamente, enfiam suas cabeças debaixo do cobertor.

- Pode falar agora, Bafinho...

- Peidei.

Funcionária da limpeza no Intermarché do Bombarral

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A Loira e o Ventríloquo

Durante uma apresentação, um ventríloquo estava contando todo o seu repertório de piadas de loiras com o seu marionete Zequinha. De repente uma loiraça se levantou e começou a discursar:

— Já ouvi o suficiente das suas piadas denegrindo as loiras, seu idiota. O que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres desse jeito? O que tem a ver os atributos físicos de uma pessoa com o seu valor como ser humano?

— São caras como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, que nos impedem de alcançar o nosso pleno potencial como pessoa. — continua a loira, exaltada. — Por sua causa e por causa das pessoas da sua laia, perpetua-se a discriminação, não só contra as loiras, mas contra as mulheres em geral...Tudo em nome desse pseudo-humor!

Perplexo e envergonhado, o ventríloquo começou a se desculpar:

— Minha senhora, não foi essa a minha intenção...

E a loira, em tom raivoso, interrompe:

— Fique fora disso, meu senhor! Eu estou falando com esse rapazinho desprezível que está sentado no seu colo!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Você consegue controlar o seu pé direito!!!

Se não conseguir, pelo menos dará boas risadas...

Tire a prova você mesmo, para ver se tem o controle de seu pé direito...
Vale a pena tentar :
Quando você estiver sentado à sua mesa, faça círculos com o seu pé
direito, no sentido dos ponteiros de um relógio.
Enquanto estiver fazendo isso, desenhe no ar o número 6 com a sua mão
direita.
O movimento do seu pé vai mudar de direção: vai circular contrário aos
ponteiros de um relógio....
Não adianta : é o mesmo local do cérebro que comanda os dois movimentos ...

Conseguiu?
Duvido !!!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Música é a melhor companheira para exercícios físicos

Correr acompanhado de música se tornou tão comum que empresas já até lançaram aparelhos com acessórios especiais para os corredores. Mas, o que música e corrida, ou qualquer outro exercício, tem a ver?

Diversos estudos recentes tentam ver a conexão entre ouvidos e motivação esportiva. Pelos últimos 20 anos, Costas Karageorghis, psicólogo do esporte ligado à Universidade Brunel, na Inglaterra, vem pesquisando o tema.

De acordo com o pesquisador, há diversos fatores que contribuem para que uma música se torne motivacional para melhorar o esporte: ritmo ideal, estrutura musical, impacto cultural e mensagens de associativas que podem motivar a chegar mais longe na atividade física. Nos dois primeiros itens os fatores são internos à musica, nos dois outros os fatores externos refletem como as pessoas interpretam a música.

As respostas rítmicas é ligada às batidas por minuto (BPM) da música e tem a ver com a cadência cardíaca do corredor (ou esportista). A estrutura musical tem a ver com melodia e harmonia, o que a faz ser mais musical e evitar a irritação. No rol de fatores externos há o gosto pessoal envolvido e o que as pessoas aprenderam a associar às mensagens contidas nas letras, por exemplo.


Escolhendo a música certa pode trazer benefícios à atividade física

Sincronizar as bpm’s com o exercício melhora a sua eficiência. Em um estudo recente, indivíduos que pedalavam no ritmo da música consumiam 7% menos oxigênio do que outros que simplesmente ouviam som ambiente. A música também serve para silenciar aquela voz na sua cabeça que diz que é hora de parar. As pesquisas mostraram que esse efeito dissociativo diminuiu em 10% a percepção de esforço durante enduros de intensidade moderada.

No estudo mais recente de Karageorghis, publicado no periódico Journal of Sport and Exercise Psychology, 30 indivíduos sincronizaram suas passadas a uma música que tinha um ritmo a 125 bpm, com possibilidade de escolhas entre músicas Pop e Rock. Aqueles que ouviam música tiveram um rendimento 15% superior aos que corriam sem música.

“A sincronização resultou em uma rentabilidade maior dos esforços feitos pelos atletas, enquanto os fatores ligados à motivação sentida pela música impactaram na exaustão voluntária (vontade de parar, independente do cansaço real)”, diz Karageorghis.

A pesquisa mostra também que, caso um corredor queira manter uma performance entre 30 e 70% do seu rendimento máximo, a seleção musical deve prever um aumento linear no ritmo, entre 90 e 120 bpm. Entretanto, quando chega-se ao platô de 70 a 80% de rendimento, os esportistas preferem ritmos entre 120 e 150 bpm. Acima dos 80% do rendimento máximo a maioria das pessoas preferem silêncio.

Outro estudo da Liverpool John Moores University, e publicado no Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports observou que ciclistas que ouviam uma música onde o bpm tinha sido alterado (com variações de 10% acima do ritmo original) melhoravam sua performance, mas não relatavam ter percebido a mudança na música.

Ao que parece, ajustar as batidas da música pode fazer com que seu cérebro e seus pés falem a mesma língua.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009