sábado, 31 de julho de 2010

Entrevista com Sexóloga estressada!


Entrevista da Dra. Jean Ferreti Pinheiro na Rádio Jovem (SP). Sexóloga

Radical e estressada, respondendo às perguntas dos ouvintes:

1 - Tenho 20 anos e não transei ainda porque gostaria que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que você acha?
R: Vai ser difícil, todos eles se movem na hora H.

2 - O que fazer para surpreender meu marido que é meio tímido?
R: Apareça com um amante...

3 - Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pênis de 20cm. Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Manda pra cá que eu testo pra você.

4 - Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não te agarrar, cai fora que é gay.

5 - Terminei com meu ex porque ele é muito galinha e agora estou com outro. Mas ainda gosto do ex e às vezes ainda fico com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo galinha nesta história?

6 - Quero saber como enlouquecer meu namorado só nas preliminares.
R: Diga no ouvidinho dele: 'minha menstruação está atrasada..'

7 - Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser legal. Obviamente.

8 - O cara com quem estou saindo é muito legal, mas está dando sinais de ser alcoólatra. O que eu faço?
R: Não deixe ele dirigir.

9 - Por que, na hora do sexo, quando a gente está no vai e vem, na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem está batendo palmas, a gente fica mais excitado?
R: É porque parece que tem torcida, tá ligado? Da próxima vez grite pra galera .

10 - Apesar do meu tamanho, eu tenho apenas 15 anos de idade e não tenho cara propriamente linda. O que fazer para conseguir comer umas gatas?
R: Nesta idade você tem que comer Sucrilhos, entende?

11 - Sou virgem e rolou, pela primeira vez de fazer sexo oral. Terminei engolindo o negócio e quero saber se corro o risco de ficar grávida. Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida. E a criança vai sair pelo seu ouvido.

12 - A primeira vez dói? Tenho 21 anos e ainda não transei porque tenho medo de doer e não agüentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais vai levantar. Vê se deixa de ser fresca, e dá de uma vez, ô Cinderela!!!

13- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua. Espero que use copo descartável.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Ciência e fraude no debate da maconha


artigo publicado na Folha de São Paulo de 30/07/2010





Causa-nos estranheza que psiquiatras venham a público negar o potencial terapêutico da maconha, medicamento fitoterápico de baixo custo

O artigo contra o uso medicinal da maconha de Ronaldo Laranjeira e Ana C. P. Marques ("Maconha, o dom de iludir", "Tendências/Debates", 22/7) contém inverdades que exigem um esclarecimento.

A fim de desqualificar a proposta de criação de uma agência brasileira para pesquisar e regulamentar os usos medicinais da maconha, os autores citam de modo capcioso o livro "Cannabis Policy: Beyond the Stalemate".

Exatamente ao contrário do que o artigo afirma, o livro provém de um relatório com recomendações claramente favoráveis à legalização regulamentada da maconha.

Conclui o livro: "A dimensão dos danos entre os usuários de maconha é modesta comparada com os danos causados por outras substâncias psicoativas, tanto legais quanto ilegais, a saber, álcool, tabaco, anfetaminas, cocaína e heroína (...) O padrão generalizado de consumo da maconha indica que muitas pessoas obtêm prazer e benefícios terapêuticos de seu uso (...)

O que é proibido não pode ser regulamentado. Há vantagens para governos que se deslocam em direção a um regime de disponibilidade sob controle rigoroso, utilizando mecanismos para regular um mercado legal, como a tributação, controles de disponibilidade, idade mínima legal para o uso e compra, rotulagem e limites de potência. Outra alternativa (...) é permitir apenas a produção em pequena escala para uso próprio" (http://www.beckleyfoundation.org/policy/cannabis-commission.html).

Qualquer substância pode ser usada ou abusada, dependendo da dose e do modo como é utilizada.

A política do Ministério da Saúde para usuários de drogas tem como estratégia a redução de danos, que não exige a abstinência como condição ou meta para o tratamento, e em alguns casos preconiza o uso de drogas mais leves para substituir as mais pesadas.

O uso da maconha é extremamente eficiente nessas situações. A maconha foi selecionada ao longo de milênios por suas propriedades terapêuticas, e seu uso medicinal avança nos EUA, Canadá e em outros países.

Dezenas de artigos científicos atestam a eficácia da maconha no tratamento de glaucoma, asma, dor crônica, ansiedade e dificuldades resultantes de quimioterapia, como náusea e perda de peso.

Em respeito aos grupos de excelência no Brasil que pesquisam aspectos terapêuticos da maconha, é preciso esclarecer que seu uso médico não está associado à queima da erva. Diretores da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead) afirmam frequentemente que maconha causa câncer. Entretanto, ao contrário do que diz a Abead, a maconha medicinal, nos países onde este uso é reconhecido, é inalada por meio de vaporizadores, e não fumada.

Isso elimina por completo os danos advindos da queima, sem reduzir o poder medicinal dos componentes da maconha, alguns comprovadamente anticarcinogênicos.

Causa, portanto, estranheza que psiquiatras venham a público negar o potencial terapêutico da maconha, medicamento fitoterápico de baixo custo e sem patente em poder de companhias farmacêuticas.

Num momento em que o fracasso doloroso da guerra às drogas é denunciado por ex-presidentes como Fernando Henrique Cardoso, em que a ciência compreende com profundidade os efeitos da maconha e em que se buscam alternativas inteligentes para tirá-la da esfera policial rumo à saúde pública, é inaceitável a falsificação de ideias praticada por Laranjeira e Marques.

O antídoto contra o obscurantismo pseudocientífico é mais informação, mais sabedoria e menos conflitos de interesses.

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SIDARTA RIBEIRO é professor titular de neurociências da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).
JOÃO R. L. MENEZES é professor adjunto da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e coordenador do simpósio sobre drogas da Reunião SBNeC (Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento) 2010.
JULIANA PIMENTA é psiquiatra da Secretaria de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro.
STEVENS K. REHEN é professor adjunto da UFRJ.
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Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do Blog. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

domingo, 25 de julho de 2010

Fato Relevante:


O lado bom da aprovação da união de pessoas do mesmo sexo na Argentina é que desses casamentos não nascerão mais argentinos...


Homens marcantes na vida das mulheres!



Tire a roupa... Seu médico

Agora deite e relaxe... Seu psicanalista

Fique de costas agora... Seu massagista

Está doendo? A cabeça incomoda?...Seu farmacêutico

Abra um pouco mais... Seu dentista

Quando estiver tudo dentro você vai gostar... Seu decorador

Vem... Vem... Assim... Assim... Seu flanelinha

A senhora quer lubrificante?...Seu frentista

Pode segurar, mas não pode apertar... Seu vendedor de frutas

Vamos fazer uma coisa diferente?...Seu cabeleireiro

Vai querer tudo ou só metade?... Seu peixeiro

Isso, assim, mexe um pouco mais agora... Seu professor de culinária

Sim. Está quentinho! Como a senhora gosta... Seu padeiro

Gostoso, não é? Pode experimentar outra vez.... Seu feirante

Hoje ? Outra vez ? Assim não há quem agüente! .... Seu marido ! ! !

sábado, 24 de julho de 2010

Álcool não é única explicação para as pessoas ficarem mais atraentes no fim da noite

Há algumas décadas os pesquisadores vêm estudando um fenômeno bastante conhecido por quem frequenta baladas: no fim da noite, aquela garota ou aquele rapaz que pareciam sem graça no início ganham um certo charme. E você até prepara o discurso para conseguir o telefone da “vítima”.

Você pode pensar que o fenômeno, chamado por pesquisadores de “efeito da hora de fechar”, tem a ver com os drinques a mais que as pessoas costumam consumir quando saem à noite. Mas um novo estudo, conduzido por psicólogos australianos, mostra que o álcool não é o único fator envolvido nessa questão.

Uma equipe da Universidade Macquarie, em Sydney, monitorou 87 frequentadores de um bar durante uma noite inteira. Os voluntários tinham seu nível de álcool medido com um bafômetro e, ao longo da balada, eram convidados a dar notas aos outros frequentadores, de acordo com a sua aparência.

O resultado foi claro: no fim da noite, todo mundo ficou mais bonito. Estudo anterior havia sugerido que, perto da hora de o bar fechar, a ideia de ir para casa sozinho faria as pessoas parecerem mais atraentes. Mas os pesquisadores australianos refutaram a tese, porque até os frequentadores comprometidos ficaram com a mesma sensação.

Para eles, a explicação é um pouco mais sutil: o simples fato de olhar para a mesma pessoa por um período prolongado faz com que se repare melhor no alvo. Mais ou menos o que acontece quando você trabalha com alguém e, só depois de alguns meses, começa a ver que a pessoa é interessante.

Além disso, os pesquisadores ressaltam que há outro aspecto a ser levado em conta: o problema da escassez. Conforme as horas passam, o bar vai ficando vazio e, claro, quem sobra tem mais chances de ser percebido como atraente. Se você está procurando companhia, portanto, deve permanecer firme até a balada terminar.