domingo, 12 de setembro de 2010

Tracy Chapman - The Collection (2001)



Ainda durante a faculdade, Chapman começou a se apresentar nas ruas, tocando seu violão em cafés de Cambridge, Massachussets.
Enquanto esperava sua graduação acadêmica, assinou contrato com a SBK Records, em 1988, lançando seu primeiro álbum, intitulado "Tracy Chapman" - que foi logo aclamado pela crítica, e ela passou a realizar tournês e conquistar o público.
Após sua aparição num programa de TV, em homenagem aos setenta anos de Nelson Mandela, em junho, sua música "Fast Car" alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos, ficando entre as 10 mais executadas da lista da Billboard Hot 100, enquanto outras faixas também ficavam entre as mais ouvidas, "Baby Can I Hold You" entre estas.
O disco vendeu bem, alcançando vários certificados de vendagem da RIAA (discos de platina), e fazendo-a vencer no ano seguinte (1989) quatro Grammy Awards, inclusive a de melhor artista revelação.
Chapman tornou-se uma artista ligada à Anistia Internacional, participando da tour "Human Rights Now!". Segundo algumas fontes, Chapman tornou-se uma das mais influentes artistas no meio universitário norte-americano, nos anos 80.
Seu álbum seguinte, Crossroads (1989), não teve o mesmo sucesso comercial. Em 1992, quando lançou seu trabalho seguinte - Matters of the Heart - seu público era restrito a fãs dedicados. Apesar de todos acreditarem ter encerrado sua carreira, surpreendeu os analistas em 1995, com New Beginning, que vendeu mais de 3 milhões de cópias apenas nos EUA, e rendeu-lhe um Grammy, em 1997, de melhor canção de rock.
Em 2000 Telling Stories foi um álbum com músicas mais voltadas para o rock que para o estilo pop, que até ali seguia. A música-título do disco foi bastante executada nas rádios européias, e em alguns segmentos norte-americanos.
Em 2001 veio a coletânea, batizada de Collection.
É um excelente álbum para quem quer conhecer o excelente trabalho desta ótima cantora.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Holandês burla segurança e pratica wakeboard em lago do Congresso Nacional



Na manhã desta quinta-feira, o holandês Duncan Zuur fez manobras de wakeboard sobre o espelho d’água em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, onde fica o palácio projetado por Oscar Niemeyer que abriga a Câmara dos Deputados e o Senado Federal.

O wakeboarder holandês burlou a segurança e sem qualquer aviso deslizou por cerca de 100 m sobre a superfície do lago, pouco antes de deixar o local de carro, em ação que durou menos de um minuto, bem antes do expediente dos parlamentares.

Duncan Zuur precisou ser impulsionado por uma espécie de guincho motorizado desenvolvido para esportes aquáticos, que pode atingir até 35 km/h.

“Eu gosto muito de fazer isso. Ir a lugares interessantes, famosos, onde normalmente não se pode andar de wakeboard. O que mais me impressiona em Brasília, sem dúvidas, é a sua arquitetura. É muito bonita. Os edifícios projetados pelo famoso arquiteto Niemeyer são fantásticos e reúnem vários estilos e formas em uma única cidade”, afirmou Duncan Zuur

Antes de vir ao Brasil, o atleta havia atravessado a maré cheia de Veneza, na Itália, quando as águas inundaram a Praça de São Marcos, ponto turístico da cidade. Ele também já fez exibições em Amsterdã, na Holanda, rebocado por um helicóptero e em Istambul, na Turquia, puxado por uma barca de passageiros.

Boicote a Ferrari!!!

PEÇO ATENÇÃO DE TODOS :
VAMOS BOICOTAR, CHEGA DE SACANAGEM!

AVISE A TODOS OS SEUS AMIGOS


(((URGENTE)))
Tenho percebido que a Ferrari vem errando com os pilotos
brasileiros da F1. Aconteceu muitas vezes com o Rubinho,
e agora com o Felipe Massa.
Temos que responder a esse palhaçada,
juntos vamos dar o troco nesses italianos.
Eu vou fazer a minha parte! Faça a sua também:

NÃO COMPREM VEÍCULOS DA MARCA FERRARI
NO MÊS DE SETEMBRO !!!
VAMOS MOSTRAR NOSSA FORÇA!!!

Orthopedics vs Anesthesia

sábado, 28 de agosto de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Taxi x Avião

Um avião sofre uma pane e o piloto é obrigado a fazer uma aterrissagem de
Emergência, mas graças à sua habilidade, consegue pousar em segurança no
meio de uma avenida. Passado o pânico, os passageiros batem palmas e começam
a sair do avião. Tudo parecia resolvido, quando um taxi desgovernado bate no
avião.

No interrogatório com o motorista, o delegado questiona:

- O piloto evita uma catástrofe e o senhor consegue bater no avião parado?
Como é que o senhor não viu esse jato no meio da pista?
- Doutor, eu peguei um casalzinho lá no shopping, eles entraram no táxi e
começaram o maior amasso e eu 100% de atenção no trânsito.
- Sim, prossiga...
- Ele tirou a blusa dela e começou a chupar os peitos da moça e eu vendo
pelo espelhinho, mas com 90% de atenção no trânsito.
- Continue...
- Ele enfiou a mão nas pernas da moça e puxou a calcinha dela, e eu com 80%
de atenção no trânsito.
- E.....
- Ela abriu o zíper e caiu de boca no bilau do rapaz, daí foi para 50% minha
atenção no trânsito!
- Ok! E então?
- Naquele pega-pega e chupa-chupa, ela tirou o bilau da boca e apontou na
direção da minha nuca, nisso o rapaz gritou:
- OLHA O JATO!!!
- Abaixei a cabeça na hora e nem vi a cor do avião... Doutor!! Como eu ia
saber que era a porra do jato e não o jato da porra?

Resumindo: O taxista foi liberado.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

sábado, 7 de agosto de 2010

Arquiteto propõe transformar em consulados os casarões do entorno do museu


Um breve passeio pela avenida Dom Pedro 1º, aquela que nasce bem em frente ao parque da Independência, explica a proposta do arquiteto Márcio Lupion. Em apenas três quadras, há sete casarões desocupados. Isso sem contar outros tantos localizados nas imediações, como os da avenida Nazaré e da rua Bom Pastor, boa parte deles em mau estado de conservação. "Minha ideia é que esses espaços abriguem consulados. Quero fazer disso tudo o Itamaraty de São Paulo", afirma o arquiteto, que apresentou o estudo à Subprefeitura do Ipiranga na última terça-feira.

Para instalação dos consulados, o projeto de Lupion prevê a revitalização da área, com a construção de um parque das águas no jardim do museu e de um bulevar na Dom Pedro 1º. Nos planos, uma ciclovia, o desenho do piso inspirado no mosaico português, as calçadas alargadas, os fios enterrados e os postes de iluminação trocados por luminárias.

"A proposta é boa porque organiza a paisagem. Pensa além da área pública, inclui o micro. A questão é ajustar a contrapartida, o financiamento", diz Regina Monteiro, diretora da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização).

Autor do projeto de revitalização do bairro da Liberdade em 2007, Lupion prevê que a criação desse centro cívico também seja feita por meio de parceria público-privada, em que as incorporadoras responsáveis por prédios residenciais "adotem" a reforma. Segundo ele, o dinheiro investido viria rapidamente, com a valorização do bairro, alvo da especulação imobiliária da cidade.

Os anúncios dos edifícios já exploram a tradição de lugar. "Viver cercado de requinte e elegância em meio ao charme de um bairro histórico" é o slogan de uma incorporadora, que descreve a região onde "a cada quarteirão ficam evidentes a riqueza da arquitetura e as marcas da independência."

Como não há casarões suficientes para abrigar as dezenas de consulados instalados em São Paulo, Lupion quer reunir os de países de língua latina e transformar em casa presidencial uma mansão que fica praticamente colada ao museu, na rua Bom Pastor. "Hoje, o que se vê no Ipiranga é a desqualificação de nossos símbolos. Ao adequar o entorno, se refaz a estrutura simbólica da cidade, o que dá sentido de afeto, de valor", defende o arquiteto.

Para o subprefeito do Ipiranga, Renato Ribeiro Nunes, a proposta segue a diretriz da administração municipal de revitalizar áreas urbanas com características próprias, mas precisa de ajustes. "Foi nosso primeiro encontro. O que ele apresentou parece positivo, mas há gargalos em questões de viabilidade técnica, principalmente no que diz respeito ao tráfego. Sobre os casarões, bem cuidados ou não, todos são privados. Teria de se resolver caso a caso."

Caso o projeto seja aprovado, resta saber se os consulados, a maior parte deles situados em bairros como Jardim América e região da avenida Paulista, vão aderir à troca de endereço.

Consulado ou lanchonete?
A casa branca de esquina, na avenida Dom Pedro 1º, com seis salas e terreno de 535 m2, está à venda por R$ 900 mil. É o mesmo valor que se pede pelo imóvel que fica bem próximo dali: um casarão verde de dois pavimentos e quatro dormitórios que ostenta seis placas de "vende-se" na fachada. Aldo Assis, o corretor responsável, diz que foi procurado recentemente pelo McDonald's. "Foi uma proposta de venda, mas não sei se o tamanho é suficiente para eles." Há cerca de três meses desocupado, o casarão quase foi invadido no mês passado. "Fica vazio, acaba dando nisso. Há muitos assim", diz o corretor.

A principal razão da desocupação e dos preços atrativos dos casarões é o fato de estarem próximos ao museu, em área próxima de tombamento. Por isso, todo projeto de reforma, demolição ou restauro deve ser analisado e aprovado pelos órgãos de preservação. "Tem cliente que até gosta, mas há outros que querem comprar para derrubar e construir outra coisa", afirma Assis.

A origem dos casarões
O bairro do grito de "Independência ou Morte" foi um dos que mais receberam casarões no final do século 19 e início do 20, boa parte deles no entorno do museu. A rua Bom Pastor e avenida Dom Pedro 1º são as mais caracterizadas por essas construções de famílias abastadas. É na Bom Pastor que fica, por exemplo, o Palácio dos Cedros. A mansão com mais de 50 cômodos, construída nos anos 20, foi residência da família Jafet, pioneira da imigração libanesa. Hoje, funciona como locação para filmes e desfiles. É ela que Lupion sonha transformar em casa presidencial.

sábado, 31 de julho de 2010

Entrevista com Sexóloga estressada!


Entrevista da Dra. Jean Ferreti Pinheiro na Rádio Jovem (SP). Sexóloga

Radical e estressada, respondendo às perguntas dos ouvintes:

1 - Tenho 20 anos e não transei ainda porque gostaria que a 1ª vez fosse com um namorado fixo. O que você acha?
R: Vai ser difícil, todos eles se movem na hora H.

2 - O que fazer para surpreender meu marido que é meio tímido?
R: Apareça com um amante...

3 - Tenho um amigo que quer fazer sexo comigo, mas ele tem um pênis de 20cm. Acho que vai ser doloroso, o que faço?
R: Manda pra cá que eu testo pra você.

4 - Como faço para seduzir o rapaz que eu amo?
R: Tire a roupa! Se ele não te agarrar, cai fora que é gay.

5 - Terminei com meu ex porque ele é muito galinha e agora estou com outro. Mas ainda gosto do ex e às vezes ainda fico com ele! O que devo fazer?
R: Quem é mesmo galinha nesta história?

6 - Quero saber como enlouquecer meu namorado só nas preliminares.
R: Diga no ouvidinho dele: 'minha menstruação está atrasada..'

7 - Sou feia, pobre e chata. O que devo fazer para alguém gostar de mim?
R: Ficar bonita, rica e ser legal. Obviamente.

8 - O cara com quem estou saindo é muito legal, mas está dando sinais de ser alcoólatra. O que eu faço?
R: Não deixe ele dirigir.

9 - Por que, na hora do sexo, quando a gente está no vai e vem, na hora em que o corpo entra em atrito e faz aquele barulho de quem está batendo palmas, a gente fica mais excitado?
R: É porque parece que tem torcida, tá ligado? Da próxima vez grite pra galera .

10 - Apesar do meu tamanho, eu tenho apenas 15 anos de idade e não tenho cara propriamente linda. O que fazer para conseguir comer umas gatas?
R: Nesta idade você tem que comer Sucrilhos, entende?

11 - Sou virgem e rolou, pela primeira vez de fazer sexo oral. Terminei engolindo o negócio e quero saber se corro o risco de ficar grávida. Estou desesperada!
R: Claro que corre o risco de ficar grávida. E a criança vai sair pelo seu ouvido.

12 - A primeira vez dói? Tenho 21 anos e ainda não transei porque tenho medo de doer e não agüentar.
R: Dói tanto que você vai ficar em coma e NUNCA mais vai levantar. Vê se deixa de ser fresca, e dá de uma vez, ô Cinderela!!!

13- Posso tomar anticoncepcional com diarréia?
R: Eu tomo com água, mas a opção é sua. Espero que use copo descartável.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Ciência e fraude no debate da maconha


artigo publicado na Folha de São Paulo de 30/07/2010





Causa-nos estranheza que psiquiatras venham a público negar o potencial terapêutico da maconha, medicamento fitoterápico de baixo custo

O artigo contra o uso medicinal da maconha de Ronaldo Laranjeira e Ana C. P. Marques ("Maconha, o dom de iludir", "Tendências/Debates", 22/7) contém inverdades que exigem um esclarecimento.

A fim de desqualificar a proposta de criação de uma agência brasileira para pesquisar e regulamentar os usos medicinais da maconha, os autores citam de modo capcioso o livro "Cannabis Policy: Beyond the Stalemate".

Exatamente ao contrário do que o artigo afirma, o livro provém de um relatório com recomendações claramente favoráveis à legalização regulamentada da maconha.

Conclui o livro: "A dimensão dos danos entre os usuários de maconha é modesta comparada com os danos causados por outras substâncias psicoativas, tanto legais quanto ilegais, a saber, álcool, tabaco, anfetaminas, cocaína e heroína (...) O padrão generalizado de consumo da maconha indica que muitas pessoas obtêm prazer e benefícios terapêuticos de seu uso (...)

O que é proibido não pode ser regulamentado. Há vantagens para governos que se deslocam em direção a um regime de disponibilidade sob controle rigoroso, utilizando mecanismos para regular um mercado legal, como a tributação, controles de disponibilidade, idade mínima legal para o uso e compra, rotulagem e limites de potência. Outra alternativa (...) é permitir apenas a produção em pequena escala para uso próprio" (http://www.beckleyfoundation.org/policy/cannabis-commission.html).

Qualquer substância pode ser usada ou abusada, dependendo da dose e do modo como é utilizada.

A política do Ministério da Saúde para usuários de drogas tem como estratégia a redução de danos, que não exige a abstinência como condição ou meta para o tratamento, e em alguns casos preconiza o uso de drogas mais leves para substituir as mais pesadas.

O uso da maconha é extremamente eficiente nessas situações. A maconha foi selecionada ao longo de milênios por suas propriedades terapêuticas, e seu uso medicinal avança nos EUA, Canadá e em outros países.

Dezenas de artigos científicos atestam a eficácia da maconha no tratamento de glaucoma, asma, dor crônica, ansiedade e dificuldades resultantes de quimioterapia, como náusea e perda de peso.

Em respeito aos grupos de excelência no Brasil que pesquisam aspectos terapêuticos da maconha, é preciso esclarecer que seu uso médico não está associado à queima da erva. Diretores da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead) afirmam frequentemente que maconha causa câncer. Entretanto, ao contrário do que diz a Abead, a maconha medicinal, nos países onde este uso é reconhecido, é inalada por meio de vaporizadores, e não fumada.

Isso elimina por completo os danos advindos da queima, sem reduzir o poder medicinal dos componentes da maconha, alguns comprovadamente anticarcinogênicos.

Causa, portanto, estranheza que psiquiatras venham a público negar o potencial terapêutico da maconha, medicamento fitoterápico de baixo custo e sem patente em poder de companhias farmacêuticas.

Num momento em que o fracasso doloroso da guerra às drogas é denunciado por ex-presidentes como Fernando Henrique Cardoso, em que a ciência compreende com profundidade os efeitos da maconha e em que se buscam alternativas inteligentes para tirá-la da esfera policial rumo à saúde pública, é inaceitável a falsificação de ideias praticada por Laranjeira e Marques.

O antídoto contra o obscurantismo pseudocientífico é mais informação, mais sabedoria e menos conflitos de interesses.

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SIDARTA RIBEIRO é professor titular de neurociências da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).
JOÃO R. L. MENEZES é professor adjunto da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e coordenador do simpósio sobre drogas da Reunião SBNeC (Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento) 2010.
JULIANA PIMENTA é psiquiatra da Secretaria de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro.
STEVENS K. REHEN é professor adjunto da UFRJ.
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Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do Blog. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

domingo, 25 de julho de 2010

Fato Relevante:


O lado bom da aprovação da união de pessoas do mesmo sexo na Argentina é que desses casamentos não nascerão mais argentinos...


Homens marcantes na vida das mulheres!



Tire a roupa... Seu médico

Agora deite e relaxe... Seu psicanalista

Fique de costas agora... Seu massagista

Está doendo? A cabeça incomoda?...Seu farmacêutico

Abra um pouco mais... Seu dentista

Quando estiver tudo dentro você vai gostar... Seu decorador

Vem... Vem... Assim... Assim... Seu flanelinha

A senhora quer lubrificante?...Seu frentista

Pode segurar, mas não pode apertar... Seu vendedor de frutas

Vamos fazer uma coisa diferente?...Seu cabeleireiro

Vai querer tudo ou só metade?... Seu peixeiro

Isso, assim, mexe um pouco mais agora... Seu professor de culinária

Sim. Está quentinho! Como a senhora gosta... Seu padeiro

Gostoso, não é? Pode experimentar outra vez.... Seu feirante

Hoje ? Outra vez ? Assim não há quem agüente! .... Seu marido ! ! !

sábado, 24 de julho de 2010

Álcool não é única explicação para as pessoas ficarem mais atraentes no fim da noite

Há algumas décadas os pesquisadores vêm estudando um fenômeno bastante conhecido por quem frequenta baladas: no fim da noite, aquela garota ou aquele rapaz que pareciam sem graça no início ganham um certo charme. E você até prepara o discurso para conseguir o telefone da “vítima”.

Você pode pensar que o fenômeno, chamado por pesquisadores de “efeito da hora de fechar”, tem a ver com os drinques a mais que as pessoas costumam consumir quando saem à noite. Mas um novo estudo, conduzido por psicólogos australianos, mostra que o álcool não é o único fator envolvido nessa questão.

Uma equipe da Universidade Macquarie, em Sydney, monitorou 87 frequentadores de um bar durante uma noite inteira. Os voluntários tinham seu nível de álcool medido com um bafômetro e, ao longo da balada, eram convidados a dar notas aos outros frequentadores, de acordo com a sua aparência.

O resultado foi claro: no fim da noite, todo mundo ficou mais bonito. Estudo anterior havia sugerido que, perto da hora de o bar fechar, a ideia de ir para casa sozinho faria as pessoas parecerem mais atraentes. Mas os pesquisadores australianos refutaram a tese, porque até os frequentadores comprometidos ficaram com a mesma sensação.

Para eles, a explicação é um pouco mais sutil: o simples fato de olhar para a mesma pessoa por um período prolongado faz com que se repare melhor no alvo. Mais ou menos o que acontece quando você trabalha com alguém e, só depois de alguns meses, começa a ver que a pessoa é interessante.

Além disso, os pesquisadores ressaltam que há outro aspecto a ser levado em conta: o problema da escassez. Conforme as horas passam, o bar vai ficando vazio e, claro, quem sobra tem mais chances de ser percebido como atraente. Se você está procurando companhia, portanto, deve permanecer firme até a balada terminar.

quarta-feira, 7 de julho de 2010